Contos eroticos gays da minha primeira vez
Conheci os prazeres do sexo com outro homem com Wagner. Motorista do taxi que me levou de Natal para Mossoró no RN. Após ter mamado o pau dele numa estrada vicinal, combinamos de nos encontrar e passar um final de semana juntos. Sexta-feira quando acabei meu trabalho em Mossoró liguei para o Wagner e pedi para ele me pegar, só que ele estava em Natal e precisou explicar para a esposa que iria pegar um passageiro em Mossoró e só voltava no domingo. Eu liguei para minha mulher no Recife e disse que só iria voltar no domingo por causa do avião.
Quando deu umas 23:00 hs, Wagner chegou na portaria da pousada e me avisaram pelo telefone. Fiquei totalmente excitado só em pensar que iria pegar novamente naquele pau grosso e duro, e que poderia chupá-lo quanto quizesse. Desci rapidamente com as malas e encontrei o Wagner já na portaria. Sorrimos um para o outro e ele me ajudou com uma das malas, colocamos as duas dentro da mala do Sanatana e partimos. Eu estava um pouco tenso e envergonhado também e perguntei para ele.
- Como você está?
Ele respondeu que estava ansioso, pensando se nós iríamos nos encontrar novamente.
Numa rua mais escura eu não aguentei e abracei ele e dei um beijo na boca. Eu estava tarado.
Enquanto ele dirigia, minha mão apoiou-se entre as pernas dele e através da calça jeans percebi que o pau já fazia volume.
- Você já está com tesão? Perguntei.
- E você não? Ele respondeu sorrindo para mim.
Apesar do perigo, paramos numa região mais deserta, quase fora da cidade e nos beijamos de língua por vários minutos. Eu estava louco para abrir a camisa daquele e macho e sugar e beijar o peito, os mamilos, a barriga.
Devido ao risco, partimos e aí o Wagner dirigiu até um motel de beira de estrada.
Fiquei com medo, pois dois homens entrando num motel é muita bandeira. Mas ele falou que ninguém nos conhecia, tentei me acalmar.
Na portaria uma moça olhou para nós dois e perguntou:
- Standard ou luxo?
Wagner pediu o luxo.
Entramos na garagem e aí toda meu tesão se liberou.
Segurei o rosto de Wagner com ambas as mãos e dei um beijo apaixonado e descia minhas mãos para abrir a camisa dele. Comecei a beijá-lo no pescoço e senti que ele ficava todo arrepiado. Desci minha boca para o peito e passei a língua pelo seu peito largo. Comecei a explorar com a língua um dos mamilos e depois o outro.
Enquanto isso senti a mão de Wagner entrar por dentro da minha calça por traz e explorar minha bunda. Aquilo quase me enlouquece.
Paramos e saímos do carro. Entramos no quarto que tinha uma cama redonda alta e espelho no teto, uma hidro num canto e um sanitário com chuveiro de lado. Tinha TV LCD e som. No outro canto um frigobar.
Ficamos abraçados em pé por alguns momentos e aí ele disse vamos tomar uma chuveirada?
Aproveitei e tirei a camisa dele. Depois a minha e fiquei abraçado e olhando pra ele e disse.
- Eu nunca me imaginei assim com um homem, sabia?
- Eu também não. É a minha primeira vez.
Ficamos quase que dançando e olhando um para o outro. Depois nos sentamos e tiramos os sapatos. Ele ficou de pé na minha frente e eu soltei o cinto dele e baixei as calças até os pés. Ele estava com uma sunga preta colada na pele e o volume do pau já não estava tão grande. Meti a mão pelo lado da sango e puxei o mastro do Wagner para fora. O pau dele é belíssimo, tem a cabeçorra rosada, é grosso e cheio de veias ao redor do talo. Eu não resisti. Coloquei inteiro na boca aquele membro meio mole, mas que com a primeira mamada já endureceu e ficou rijo, duro como rocha, fiquei sugando e já sentindo o gosto de porra saindo um pouco pelo buraquinho da cabeça.
- Para, para! Se não vou gozar na tua boca. Ele disse segurando minha cabeça para eu não fizesse nenhum movimento, apesar do pau estar inteiro dentro da boca.
Ele tirou bem devagar, como se de repente pudesse gozar.
O pau duro todo babado ficou em pé diante do meu rosto e eu apenas beijei algumas vezes e suguei as bolas.
Fiquei em pé e tirei também minhas calças e sunga.
Wagner tirou a sunga lentamente, ainda sed recuperando da quase gozada e fomos abraçados para o chuveiro.
Ligamos o chuveiro com água morna e nos molhamos abraçados. Eu arranhava as costas dele enquanto ele explorava com um dos dedos o meu ânus. Senti o dedo dele forçando o meu anelzinho e fiquei rebolando para facilitar, enquanto arranhava as costa dele e beijava o seu pescoço.
Nos ensaboamos juntos, senti a mão de Wagner ensaboar bastante minha bunda e meu ânus. O mastro dele duríssimo batia na minha barriga.
Saímos do banho e Wagner me enxugou carinhosamente, pediu para me deitar de costas e com ele ajoelhado na beira da cama, senti sua língua procurar meu ânus. Enquanto segurava e puxava meu pênis para não atrapalhar aquele maravilhoso cunete. Eu na realidade fui ao paraíso com essa língua no cú. Wagner não só enfiava a língua, como sugava e depois colocava um dedo, dois e até três. Eu rebolava e pedia mais, meu pau ficou duro também, porém meu ânus pedia mais.
Senti Wagner passar algo molhado no meu cú, ele enfiava os dedos e apalpava internamente meu cú. Senti um gel escorrendo pelo meu ânus e depois foi que descobri que era KY.
Wagner se levantou e aproximou o pau do meu rosto pedindo para que eu mamasse e deixasse ele todo molhado.
Não me fiz de rogado e enguli aquela vara dura e tesa todinha. Wagner empurrava e tirava de dentro da minha boca, eu deixava ela toda molha.
Ele agora me empurrou mais para dentro da cama e colocou minha pernas nos seus ombros e aos poucos aproximou o seu membro do meu anel.
- Deve doer um pouco, mas se você relaxar a coisa fica mais fácil.
- Não importa! Eu quero você dentro de mim, teu pau na minha bunda, vai me penetra gostoso vai!
Quando a cabeça começou a entrar a dor quase que era insuportável, mas Wagner empurrava um pouco e tirava, colocava mais KY no pau e no meu anel e tentava novamente. Aos poucos aprendi a relaxar e abrir mais meu cú para engulir aquela vara.
Quando finalmente ele conseguiu empurar todo o pau na minha bunda eu já começava a sentir prazer. Aos poucos ele começou a entar e sair. Devagar logo no começo, mas depois com mais força e mais rápido, cada estocada era mistuar de dor e prazer. Minhas pernas quase dobradas ao redor dos seus ombros, todo aberto para receber aquele mastro duro e gostoso.
Wagner agora também nem ligava e me comia gostoso e rápido.
Meu pau também duro começou a gozar sem eu tocar nele e meu ânus também. Meu cú piscava tanto que parecia que estava mordendo o pau de Wagner. De repente começei a sentir um jato quente no meu cú e Wagner forçando mais o pau dentro de mim, cada estocada que ele dava sentia suas bolas batendo na minha bunda e mais líquido sendo injetado em mim.
Gozamos os dois juntos, meu cú sentia o mel de Wagner escorrer pela bunda e continua piscando gostoso, meu pau estava ejaculando sem eu tocar nele e meus mamilos estavam duros e rijos.
Numa estocada final Wagner caiu em cima de mim e ficamos abraçados e nos beijando. Senti que o mastro dele estava ficando mole e saindo de dentro de mim. Ficamos abraçados, ele por cima de mim e eu falando no ouvido dele.
- Meu amor, você é meu homem, meu macho. Você me comeu muito gostoso.
Passamos a noite toda juntos e ainda fudemos mais uma vez pela manhã. Mas precisávamos ir embora. Eu para o Recife e Wagner para Natal.
Algumas semanas depois, voltamos a nos ver só que agora acompanhados pelas nossas esposas como dois bons amigos.
Depois eu conto essa.
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