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A MULHER DO PASTOR

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Quando eu era adolescente, por volta dos meus dezessete anos, mudaram-se para uma casa na nossa rua um casal de evangélicos, que mais tarde viemos a saber se tratarem de um pastor e sua esposa. Como minha familia é católica não sabíamos de qual igreja eles eram, e só os víamos de vez em quando no inicio da noite, quando estavam a caminho do culto. Algum tempo depois minha mãe conheceu Andrea (esse era o nome da esposa do pastor) e ficou sabendo de algumas coisas: eles não eram da cidade, o marido havia assumido uma congregacão nas redondezas, e ela (apesar de ficar a maior parte do dia sozinha) realizava alguns trabalhos sociais em casa mesmo. E não era raro vermos algum rapaz ou moça entrar na casa durante o dia. Até aí tudo normal.
Um dia vi meu colega de escola Bruno entrando nessa, mas ele não me viu. Eu sabia que o Bruno era evangélico, então deixei por isso mesmo. E nas semanas seguintes voltei a vê-lo novamente. Não me contendo de curiosidade, um dia no colégio perguntei o que ele tanto fazia na casa de minha vizinha. Ele sorriu e como eramos amigos me convidou para ir lá com ele. Falei que eu não era evangélico, seria uma situação estranha, mas ele disse não ter problema e que se eu não gostasse poderia ir embora a qualquer hora. Topei e marcamos de ir no dia seguinte a tarde. No horario combinado encontrei Bruno no portão de casa e fomos juntos a casa do pastor. Eu havia vestido minha melhor roupa para acompanhá-lo. Na entrada, Bruno me confessou que iríamos participar de uma sessão de descarrego, mas que eu não precisava ficar assustado. Concordei e batemos a campainha. Andrea nos atendeu muito educadamente e Bruno fez as apresentações. Em seguida, fomos conduzidos a sala de estar. Enquanto nos acomodávamos, Andrea se desculpou pela ausência do marido e pediu licença,saindo da sala e deixando-nos a sós por alguns minutos. Eu olhei para o Bruno e ele me pediu paciencia. Fui recompensado! Quando Andrea voltou, nao acreditei: parecia outra mulher. Cabelos presos em uma longa trança e trajando blusa e uma saia longo, porém bastante justa. Nesse momento pude perceber que por baixo daquelas roupas havia uma mulher madura, com os seus 40 anos, bastante conservada em suas formas fisicas. E, aparentemente, vestia uma calcinha sumária, pela marca que deixava na saia.
Andrea veio e sentou-se em uma cadeira de frente a nós no sofá. Iniciamos uma conversa descontraida e Andrea começou a nos questionar muitas coisas: como era nosso relacionamento com meninas, se já havíamos visto uma mulher nua antes, se viamos revistas masculinas, se tinhamos sonhos eroticos etc. Durante aquele interrogatório não pude conter uma ereção, pois o assunto era muito picante. Em dado momento ela chegou mesmo a descrever as sensações que tinha durante o ato sexual, tudo entretanto com muita dignidade. Após alguns momentos mais de estimulação erótica, ela anunciou que já estavamos prontos para o descarrego. Aproveitei o momento e pedi licença para ir ao banheiro, no que fui atendido com um conselho para que me não demorasse. Fui e fiquei lá durante algum tempo, pois queria controlar minha excitação. Quando volto, qual não é minha surpresa ao ver Bruno, em pé com as calças arriadas, sendo chupado loucamente por Andrea. Não preciso dizer que fiquei com o pau duro na hora. Ela quando me viu disse: – Porque demorou tanto! – uma frase meio entalada devido ao cacete na boca. Andrea aumentou o ritmo e não foi dificil fazer Bruno gozar em sua boca, bebendo até a última gota. Andrea entao se dirigiu a mim e arriando minhas calças, pregou: – Agora é você que precisa de descarrego. Não se envergonhe pois Jesus não é contra isso! – e caiu de boca na minha pistola. Eu nunca havia sido chupado antes… não preciso dizer que aquele boca aveludada, mamando gostosamente meu cacete de cima a baixo foi a melhor sensação que tive na vida, até aquele momento. E Andrea parecia uma expert no assunto pois a cada sequencia de chupada era seguida de mordidas e chupetinhas na cabecinha do caralho. Não demorei muito também até encher sua boca com minha porra, que Andrea também engoliu sem reclamar. Ela chupou meu pinto mais um pouco até deixá-lo sequinho. Quando achei que estava tudo terminado, Andrea me surpreendeu novamente: foi na cozinha e voltou com uma lata de leite condensado. Sem falar nada deitou-se no sofá, tirou a blusa e lambuzou os seios com o leite. Bruno, que naquele momento já havia se livrado das roupas, caiu de boca chupando os peitos de Andrea. Eu ainda me atrapalhei um pouco, livrando-me da calça e camisa, mas logo também sorvia as tetas de Andrea, de aureolas grandes e duras. E a cada mordida ela soltava um gemido baixo e fino, como quem se realiza com aquele ato. Chupamos o peito de Andrea até ficarmos em ponto de bala, quando ela pediu para chupar o caralho de Bruno novamente. Enquanto ela se divertia com o pinto na boca, aproveitei para tirar sua saia e vi sua bucetinha protegida por calcinha basica, bem pequena. Arranquei a calcinha e comecei a chupar sua buceta , não esquecendo do leite condensado. Essa ideia foi bem aceita por ela que escancarou mais as pernas, deixando minha lingua passear livremente por sua buceta com gosto acre-doce. Bruno pediu e trocamos de posição, com Andrea agora saboreando meu caralho. Enquanto mamava, Andrea colocou-se de quatro para ser melhor chupada por Bruno. Mais alguns minutos e Bruno já comia Andrea de quatro, metendo sem dó seu caralho em sua buceta. Seus corpos faziam um balé ritmado, com o compasso sendo feito pelo barulho dos corpos se amando. Cada estocada era seguida de um suspiro mais fundo, até que ambos esplodiram em gozo. Bruno então deu o seu lugar para mim, que continuei martelando em Andrea. Essa troca de posições parece te-la agradado, pois ela segurava meu corpo para que ele não escapasse e ajudava minha jeba ir cada vez mais fundo. Meti em Andrea com gosto pois até então só havia comido uma empregadinha lá de casa. Mas Andrea aguentava e queria mais. Aumentei o ritmo até fazer Andrea gozar, gozando logo em seguida dentro de sua bucetinha inchada. Paramos e relaxamos um pouco. Deitamos no tapete e ficamos acariciando o corpo de Andrea. Ela de olhos fechados curtia aquele momento que parecia não acabar nunca. Após algum tempo Bruno ficou armado novamente. Andrea então o deitou no sofá e subiu em seu caralho, cavalgando como se fosse uma amazona. Eu fiquei em meu canto observando aquele ato que já devia ter acontecido várias vezes, sem eu saber de nada.. Andrea subia e descia no caralho de Bruno, enquanto ele chupava ora um, ora o outro peito. E a cada movimento a vontade e o ritmo aumentava. Os dois corpos pulavam no sofá que até rangia, de tanto esforço que era feito sobre ele. Aquela cena me deixou pronto para outra. Esperei os dois relaxarem após o gozo, retirei Andrea de cima de Bruno, coloqueia apoiada no encosto de braço do sofá e dirigi meu pau para a sua bunda, que ha muito pedia uma tora. Andrea olhou para trás e disse de mansinho: – Meu cuzinho é só de Jesus, mas eu deixo você comer ele, se for com carinho! Aquilo me deixou mais duro ainda. Segurei o pinto e coloquei na entrada do cu, forcando passagem com a cabeça. Andrea se ajeitou o melhor que pode e facilitou a entrada, abrindo bem as nadegas. Após colocar a cabeça, comecei a enfiar toda minha jeba naquele cuzinho, que o engolia todo. Andrea gemia mas aguentava com bravura, tentando e forçando mais a penetração. Enfiei tudo e comecei a bombar. No inicio com dificuldade, mas depois bem mais fácil com o alargamento do ânus. Metia em movimento cadenciado, segurando os quadris de Andrea que me ajudava, forçando a bunda de encontro a mim. Quando fui chegando ao clímax, segurei na sua trança de cabelo e, enquanto metia, puxava sua cabeça como se fosse uma égua sendo domada. Aumentei o ritmo e gozamos juntos, enchendo seu cuzinho de leite. Andrea desabou cançada mas não pode relaxar. Agora era Bruno que tomava posição e comia seu cuzinho com gosto, obrigando-a a nova tortura. Andrea se esmerou nessa foda, fazendo de tudo para dar o máximo de prazer a quem a comia. Bruno socou a pistola em seu ânus até gozar, caindo estenuado para o lado. Depois dessa tarde de sexo “evangélico”, eu e Bruno deixamos a casa pois já estava ficando tarde. Na saída Bruno me confessou que já comia Andrea a várias semanas, quando ficou sabendo dos trabalhos sociais que ela realizava. Não preciso dizer que deste dia em diante ficamos assíduos nas sessões de descarrego de Andrea. Se alguém se interessar por essa ou outras estórias, enviar e-mail para: leogoiano34@hotmail.com

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Comendo as vizinhas

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Não sou o tipo galã, nem tão pouco saradão, mas ao menos pratico esportes. Sou moreno claro, 1.75m, 71kgs, e uma pica com 19cm e grossa.. a qual as mulheres adoram. Não apenas pelo tamanho, mas também por que entre 4 paredes, sou um safado, sabendo usar dedos e língua nas mulheres.
Esses dias, voltando de uma pedalada, todo suado, notei que minha vizinha do bloco vizinho estava na janela. Educadamente cumprimentei e antes de subir pro meu “ape”, fiz uns alongamentos. Ela puxou conversa e enquanto me alongava e depois de um tempo, me despedi, falando que precisava de um banho.
Enquanto deixava minha bike em casa, pensava besteiras, fantasiando minha vizinha. Quando fui na área de serviço pegar a toalha, notei que ela estava na área de serviço da casa dela e pela janela me perguntou se já tinha me banhado. Respondi que ainda não, pois meu chuveiro havia queimado. Ela riu e mandou eu esperar um pouco. Estranhei e logo ela retornou, falando que eu poderia ir me banhar na casa dela.
Não pensei duas vezes, coloquei uma toalha em uma muchila e fui ate o ape dela. Quando toquei a campainha, a madrasta dela atendeu a porta. Gelei. Mas logo ela apareceu dizendo que eu podia usar o banheiro da empregada e falou que iria buscar uma toalha para mim. Respondi que havia trazido uma e ela nem respondeu.
A madrasta dela perguntou se iría tomar banho e respondi que meu chuveiro estava queimado. Quando minha vizinha chega com a toalha, digo que eu trouxe a minha e ela responde que aquela era para ela. Não entendi e a madrasta completou falando que já já voltava. A garota me olhou e falou que não sabia como me falar, mas ela e a madrasta a tempos falavam coisas sobre mim e sorriu com uma carinha de safada.
Olhei para ela e perguntei o que elas falavam. Ela disse que diziam coisas como ficar comigo, como transar comigo. Aquilo me excitou e fui ficando de pau duro. Foi quando a coroa voltou, enrolada em uma toalha e perguntou se não iríamos tomar banho. A garota me olhou e perguntou o que eu achava de ter as duas. Falei ser o sonho de todo homem. Elas sorriram e a coroa falou para eu aproveitar.
Mais uma vez, não pensei. Tirei minha bermuda e a garota se ajoelhou e passou a me chupar. A coroa olhava e falava para eu comer a boca da enteada. Passei a fuder a boca dela e mandei a coroa tirar a toalha, pois eu desejava o cu dela. Ela riu e perguntou se eu faria o pai da boqueteira um corno. Respondi que sim e a garota parou de me chupar e pediu para ver a madrasta dela receber meu pau todo no cu.
Puxei a coroa, fiz ela se apoiar no tanque e fui metendo naquele cu delicioso. Comi ela bem comida, até gosei dentro do cu dela, com ela se urinando toda. A garota falou que me queria e pediu para ir pro banho comigo. Falei pra coroa limpar a área de serviço e fui pro banho com a garota. Deixamos a porta aberta, pois eu queria mais daquele bundao da coroa.
No banho, depois de me lavar, a garota chupou mais um pouco para que meu pau ficasse ereto de novo. Ficou de pé, de costas para mim e empinou a bundinha, pedindo na buceta. Meti tudo nela, gemendo ela pedia mais enquanto eu apertava os seios dela e metia forte naquela buceta toda melada.
Vi a coroa se ajeitando embaixo de nós e lambendo meu saco e a buceta da enteada, pediu para eu namorar a garota, para podermos transar sempre que o corno sair de casa. Gosei ao ouvir aquilo e a coroa lambeu tudo.

- Procuro mulheres de 25 a 50 anos (gostosas), para uma amizade sexual. Interessadas escrever para: domlcmb@aol.com (com fone e fotos teram preferência).

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De crente virgem a putinha boketeira em 7 dias

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Esse Conto começa ainda no inicio do ano, quando entrei pra Facul: Curso de Letras.

Na minha classe as mulheres predominam, somos menos de 10 homens no meio de quase 50 mulheres (se melhorar estraga).

Logo de inicio percebi q ia ser um ano bem agitado pra mim. Não dava pra não notar uma moreninha baixinha das pernas grossas, boca carnuda, 18 anos: Giselly (ou Gil). Pelo estilo logo vi que era crente convicta, sempre na dela. Confesso q d inicio não me animei muito com ela, como estava enganado…

O ano foi passando e eu fiz muitas amizades na turma, conheci todo mundo. Muita gente nem acreditava que akelo tímido dos primeiros dias se transformou em um dos mais extrovertidos da sala (Esse é meu jeito).

Vamos ao que importa:

No inicio de agosto, quando voltamos a estudar tava todo mundo cheio de historias pra contar e tudo mais, fizeram uma festa logo na primeira sexta feira pra comemorar a volta às aulas.

Só uma pessoa não foi à festa: A Giselly.

No sábado à noite, dando umas voltas pela cidade encontrei ela voltando da igreja, encostei a moto e ofereci carona, ela recusou, disse que tinha q ir num lugar antes de ir pra casa, insisti novamente dizendo q acompanharia ela pois tava sem nada pra fazer (tava mesmo).

Ela tinha que ir na kasa de uma amiga buscar o Sax que ela tinha emprestado. Era longe pra karamba, se não fosse minha carona ela ia demorar quase uma hora só pra ir.

Pra encurtar a historia nós buscamos o Sax dela tomamos um sorvete na volta conversamos bastante e eu fui deixar ela em kasa.

1º dia, 9 de agosto: O Principio de Tudo

No domingo acabei encontrando com ela no mesmo caminho, dessa vez era eu quem voltava da igreja, ela ia encontrar umas amigas pra comer pizza, me ofereci pra dar carona, dessa vez ela aceitou sem hesitar, quando chegamos quase tomei um susto quando ela me chamou pra me comer com elas.

A noite foi bem animada, muita conversa boa, muitas garotas lindas na media dos 18 anos. Algumas ficaram dando em cima de mim discretamente, e eu entrei no jogo, só parei quando percebi q a Gil não tava gostando daquilo, ela tava com uma pontinha de ciúmes de mim. Ai sim eu vi ela com outros olhos.

Nem tinha percebido como ela tava linda naquela noite: uma saia rodada preta, uma blusa branca q marcava bem o corpo dela, tinha uns seios redondos e firmes, sua pele negra lisa era uma tentação e sua boca um convite.

Ela quis vir antes de todo mundo (pq tava incomodada com aquilo). Insisti pra deixar ela em casa. No caminho de volta perguntei o pq dela ter voltado tão cedo, ela só ficou calada.

A mando dela parei na esquina da cada dela perto de uma arvore enorme, ela desceu da moto e disse:

Ela: Me desculpa, eu fiquei incomodada com as minhas amigas dando em cima de ti.

Eu: Pq isso? Tem ciúmes das tuas amigas?

Ela: Não é isso eu tava com ciúmes de ti.

Eu: Ciúmes? Mas nós não temos nada… ainda.

Ela: Eu sei! Mas… eu…

Eu: Vc oq?

Ela: Acho q vc já percebeu!

Eu: Então diga.

Ela: Ta brincando né?

Eu: Se quer alguma coisa diga!

Ela abaixou a cabeça, respirou fundo e pude ouvir ela resmungando baixinho “Não acredito no que to fazendo”. Levantou a cabeça e disse:

Ela: Eu quero namo…

Antes de ela terminar a frase tapei a boca dela com um beijo, ela não teve reação. Depois do beijo ela tava ofegante, parecia não acreditar. Quando ela ia dizendo outra coisa dei outro beijo, dessa vez ela retribuiu o beijo, ainda que meio timidamente. Naquela noite ficamos só beijando mesmo, nada mais que uns amassos.

2º dia, 10 de agosto: o incêndio.

Na segunda-feira, dia de aula, ela parecia mais do que feliz, isso todo mundo percebeu. Durante o intervalo ela veio me perguntar se eu podia ir deixar ela em casa, é claro q eu disse sim.

No caminho pra casa dela ela veio colada em mim na moto, com as mãos apoiadas nas minhas coxas, percebi que a cada vez q acelerava a mão dela vinha mais perto do meu pau, foi ai q resolvi aprontar uma: fiz meu pau ficar duro, e aproveitei um momento de distração dela e acelerei duma vez, a mão direita dela deslizou e tocou meu pau, deu pra ela sentir o tamanho e o quanto tava duro, senti ela tremendo.

Parei no mesmo lugar do dia anterior. Descemos da moto, ela tava num misto de confusão e excitação. Era a primeira vez que tinha realmente encostado num cacete. Perguntei se ela tava bem só ouvi um “tudo bem” como resposta.

Nessa noite ela parecia outra pessoa, tão intensa, faminta pelos meus beijos. Dei um jeito me colocar entre as pernas dela (coisa que ela não deixou de jeito nenhum no outro dia). Ela sempre veste saia, como toda boa crente. Num movimento que fizemos meu pau duro, encostou de leve na calcinha dela, ela afastou assustada, olhou dentro dos meus olhos por um instante, fez uma cara de safada puxou minha cabeça me deu um beijo com vontade e trançou as pernas em mim, encostando a buceta dela no meu pau. Ela se mexia bastante fazendo meu pau roçar na buceta dela.

Ela disse q tava ficando louca com aquilo tudo, que nunca tinha sentido isso na vida, que tava gostando muito, que era gostoso, e um monte de coisas mais; pena que naquela noite não passamos disso.

3º dia: 11 de agosto: Mãos Bobas.

Na terça-feira a aula tava um tédio e nós não conseguíamos tirar os olhos um do outro. O clima era de completa excitação na ida pra casa dela: sua mão passeava pela minha barriga peito e ombro, subindo e descendo devagar até quase no meu pau.

Gil já tinha se transformada completamente nem parecia aquela crente comportada da primeira noite. Quando chegamos na esquina da casa dela estacionei a moto de traz da arvore, o céu tava nublado e a rua era pouco movimentada, mesmo que alguém nos visse ali não saberia dizer o que estávamos fazendo.

Me coloquei no meio das perna dela assim que começamos a nos beijar, depois de um tempo ela pôs as mãos por debaixo da minha camisa, subia apertando suas mãos nas minhas costa e descia passando as unhas. Eu puxava o cabelo dela, beijava o pescoço, apertava a bunda, estávamos muito excitados, nem vi a hora que apertei o seio dela enquanto mordia seu pescoço, só me dei conta quando ela colocou a mão por cima da minha e me mandou apertar com força, quanto mais eu apertava mais ela gemia. De repente ela desce a mão até o meu pau e começa a apertar tbm, não agüentei e tirei os dois seios dela pra fora e cai de boca, chupava forte, todo o seio dela, nisso ela meteu a mão dentro da minha calça e cueca, passava a mão desde a cabeça até as bolas. Desci uma mão até a buceta dela, comecei a esfregar por cima da calcinha, já tava toda molhada, afastei pro lado e toquei diretamente na buceta, esfregava devagar, podia sentir o liquido saindo e melando meus dedos, brinquei um pouco com o grelo dela enquanto ela gemia alto, dava pra ouvir os gemidos dela do outro lado da rua. Resolvemos parar por ali já tava ficando tarde e a mão dela já devia estar preocupada.

4º dia 12 de agosto: Prazer no Sofá da Casa Dela.

Na quarta-feira, no caminho pra casa dela, vira e meche, ela passava a mão no meu pau, quando estávamos perto ela me disse pra deixar ela em casa dessa vez, nesse momento me desanimei achando q não rolaria nada naquela noite, quanto engano.

Ela desceu e me chamou pra entrar, hesitei um pouco mas aceitei o convite, foi ai que ela me disse a melhor noticia da semana: a sua mãe tinha viajado junto com um tio dela, ficaram em casa só a Gil e a sua irmã mais nova Kátia. De cara vi que a Kátia não era como a irmã: tava usando uma calça apertada mostrando o tamanho da bunda maravilhosa que ela tem, uma blusa colada e maquiagem pesada. Foi nós entrando e ela saindo dizendo q ia se encontrar com o namorado. Gil me disse que ela só tinha 15 anos, tava desviada da igreja, tinha perdido a virgindade, e tava namorando com um cara 15 anos mais velho, a “ovelha negra” da família.

Sentamos no sofá da sala, os beijos e caricias rolavam soltos, não demorou pra eu estar com a boca nos seios dela, pude ver como realmente eram lindos, negros brilhantes, com os bicos de um marrom escuro, perfeitamente redondos, duros por natureza. Calmamente eu chupava, mordia, lambia os bicos enquanto ela se contorcia de prazer gemendo baixinho, ela abriu as pernas me convidando a acariciar sua buceta molhada, não perdi tempo e afastei sua calcinha, com um dedo eu percorria sua buceta inteira, ela não parava de se contorcer de prazer, soltou um gemido mais forte quando eu forcei a ponta do dede pra dentro dela, rapidamente ela segurou minha mão e pediu pra que eu tirasse, obedeci só que levei o meu dedo até sua boca e mandei ela chupar pra sentir o gosto, ofegante ela olhou por um momento e chupou todo o meu dedo, fez uma cara de quem gostou, e me deu um beijo demorado, pude sentir o gosto de buceta em sua boca.

Voltamos aos amassos por um tempo, até que ela abriu as pernas de novo, dessa vez eu fiz diferente: desci do sofá me ajoelhei no chão, afastei sua calcinha e tentei chupar aquela buceta. Ela dizia pra eu não fazer aquilo, tentou empurrar minha cabeça, tava desesperada, isso tudo passou no momento em que consegui encostar a língua, ela só conseguia gemer e se contorcer, chupei ela por pouco mais de um minuto e ela já tava gozando na minha boca.

5º dia 13 de agosto: Aprendendo!

Na quinta-feira parecia que tinha ficado mais longo o caminho até a casa dela, eu tava louco pra chegar logo pq ela me disse que a sua irmã não estaria em casa.

Mal entramos e eu a agarrei por traz colocando uma mão dentro da calcinha dela e outra no seio dela. Fomos até o sofá e lá arranquei a blusa e o sutiã dela, ela me pediu pra chupar sua buceta de novo. Obedeci prontamente, tirei a calcinha dela e chupei a buceta toda, tentava colocar a língua dentro dela, podia vê-la se segurando pra não gemer alto, ela finalmente gozou muito na minha boca, beijou minha boca com vontade dizendo que eu tava com o gosto dela na minha boca.

Sentei novamente no sofá e voltamos a nos beijar novamente. Depois de um tempo puxei ela e fiz sentar no meu colo, Gil (vestida somente com a sua saia) ficava roçado a buceta no meu pau por cima da calça, ela não agüentou e abriu minha calça, ficando apenas a cueca no meio de nós, depois de alguns minutos ela gozou, até melou minha cueca.

Depois de gozar ela caiu por cima de mim sem forças, ficamos assim por um tempo, calados. Ela me perguntou se eu tinha gozado e eu disse que faltava pouco. Então ela saiu de cima de mim e se ajoelhou no e tirou meu pau pra fora da cueca melada, começou a bater uma dizendo que era pra eu gozar.

Disse pra ela não ficar só batendo, que era pra chupar também. Foi ai que ela parou e disse que nunca tinha feito isso, não sabia o que fazer, “então ta na hora de aprender! Tu vai me chupar até aprender e me fazer gozar muito, todos os dias daqui pra frente” foi o eu disse pra ela. Ficou olhando nos meus olhos depois olhou pro meu pau, lentamente foi se aproximando.

Disse pra ela: Não precisa ter medo, ele ta com o teu gosto.

Ela ficou sentindo o cheiro, timidamente foi tentando passar a língua, aos poucos foi gostando, passou a lamber meu pau inteiro, depois colocou na boca, por ser inexperientes, não pude culpá-la pelo incomodo que era seus dentes no inicio, logo ela tava chupando com vontade já nem encostava os dentes, parecia que tinha nascido pra fazer aquilo, e o mais importante: ela adorou pagar boquete.

Em pouco tempo eu estava gozando, só que ela não deixou que fosse na boca dela, pelo menos eu enchi a cara dela de porra. Giselly riu feito uma puta. Foi ai que eu soube que ela seria minha putinha por muito tempo.

6º dia 14 de agosto: A Pratica Leva a Perfeição.

Na sexta-feira não tivemos a primeira aula, resolvemos então namorar um pouco no campus mesmo. Procuramos um cantinho pra ficarmos, fomos pros fundos do prédio, num canto escuro, ninguém jamais ia lá, mesmo se fossem não daria pra ver nada. Começamos nos beijando normalmente, aos poucos o negocio pegou fogo, estávamos sentados em cima de um banco de cimento, ela como sempre vestida em uma saia rodada, uma blusa com um decote generoso, sem sutiã, e uma calcinha branca de renda. Tentei puxar ela pro meu colo, só que ela não deixou, ficou em pé no banco, na minha frente com a buceta na minha cara, eu entendi o recado, tirei a calcinha dela, passei a mão na sua buceta, depois a língua com vontade, lambia, mordia, chupava o grelo dela, enquanto ela gemia baixinho, Gil não agüentou ficar de pé comigo chupando sua buceta, quase que ela leva um tombo feio, o pior é que quem sentiu o resultado do tombo foi eu, já que ela caiu sentada em cima do meu pau duro, me fiz de forte pra ela não se sentir culpada.

Quando se recuperou ela abriu minha calça e tirou meu pau pra fora, pensei que fosse me deixareu tirar sua virgindade naquele momento, mas o que ela queria fazer era uma tortura pra mim: ficou roçando a buceta no meu pau sem me deixar penetrar, não demorou e ela gozou no meu pau.

Disse pra ela: “Ta na hora de praticar mais, tu tem que ficar expert em me chupar”.

Sem dizer nada, sem nenhuma vergonha, sem nenhum pudor, ela pegou meu pau e chupou com vontade, limpou todo o gozo dela e continuou chupando. Pra retribuir o boquete bati uma siririca nela. Quando tava quase gozando ela parou e pediu pra eu não gozar na boca dela. Disse “Se tu quer ficar boa nisso tem que fazer por completo, nem que seja só uma vez”. Ela concordou meio relutante e voltou a chupar, mais uns dois minutos e eu tava pronto pra gozar, quando a Gil tentou tirar da boca dela, segurei a cabeça dela e gozei dentro da sua boca, ela engoliu tudo com gosto, me deu um beijo e disse que tinha adorado.

Depois da aula, já na casa dela, a irmã dela ainda tava em casa esperando o namorado ir buscar ela. Eu já sabia qual seria o destino dela: balada depois pro motel.

Quando ela saiu estávamos na cozinha bebendo água, bastou a porta fechar que nos beijamos ardentemente. Coloquei a Gil na mesa da cozinha tirei sua calcinha e cai de boca naquela buceta gostosa, fiz ela gozar mais rápido do que nunca, menos de um minuto. Depois disso ela me encostou na parede se abaixou e abriu minha calça, puxou meu pau pra fora e chupou dizendo que tava com cede e queria beber meu leite. Naquela noite ela me fez gozar duas vezes na sua boca, uma ali na cozinha outra no sofá da sala.

7º dia 15 de agosto: Adeus Cabacinho.

No sábado combinamos por celular de eu aparecer na casa dela assim que a Kátia saísse. Dito e feito. 7:30 da noite ela me liga avisando. Rapidamente cheguei lá, bati na porta, Gil abriu: tava vestida em um baby-doll rosa, sexy de matar. Fiquei de pau duro no momento em que a vi, lhe dei um beijo e a peguei no colo ai levando ela pro sofá quando disse pra irmos pro quarto. Coloquei ela na cama, tirei minha camisa, me deitei por cima dela e nos beijamos carinhosamente, ela abriu a minha calça e disse: “se livra disso logo”. Foi o que fiz fiquei nu pra ela. Tirei a parte de cima do baby-doll e chupei os seios dela, fui descendo pela barriga dela parando no umbigo, depois subindo até chegar ao pescoço. Ela tava morrendo de tesão, disse que queria chupar o meu pau, me deitei e nós fizemos um gostoso 69. Gozamos gozei primeiro, enquanto ela limpava meu pau fiz ela gozar com a ponta do meu dedo entrando nela.

Depois de terminar de limpar meu pau ela se virou e sentou em cima dele e começou a esfregar. De repente ela parou e disse que tinha uma coisa especial pra mim naquela noite.

Ela levantou um pouco e colocou meu pau na entrada da sua buceta, forçou um pouco, tava difícil de entrar, a cabeça demorou até furar o hímen dela saiu um pouco de sangue, nada exagerado. A Gil continuou colocando meu pau dentro da buceta dela até que entrou tudo, pude sentir meu encostar na entrada do útero dela. Ficamos assim por um tempo, depois de alguns minutos perguntei se ela tava bem, ela disse que tava sentindo um pouco de dor, sugeri que fossemos tomar um banho pra limpar o sangue, durante o banho trocamos muitas caricias e beijos.

Quando saímos, ela quis continuar. Ficamos na mesma posição: comigo deitado e ela por cima. Deu um pouco de trabalho pro meu pau entrar de novo, aos poucos ela foi mexendo, no começo devagar e foi aumentando o ritmo depois de uma meia hora ela já tava cavalgando no meu pau. Quando ela gozou a primeira vez tudo ficou mais fácil, parece que dilatou e lubrificou a buceta dela. Coloquei ela deitava na cama e começamos um “papai mamãe” fui com calma, já tava quase gozando de novo quando ela me disse que queria que eu gozasse todas as vezes na boca dela. Fiz isso com muito prazer, depois de gozar, coloquei ela de quatro pra mim e chupei a sua buceta, fiz ela gozar. Peguei as duas mãos dela e a fiz abrir bem a bunda, pude ver claramente a buceta e cuzinho dela, tive vontade de comer ele, mas sabia que ela ainda não ia deixar, meti com tudo na buceta dela que fez ela soltar um grito de dor. Ficou me xingando me mandando ir com calma e eu nem ligava, bombando forte nela, os gritos de dor foram dando lugar aos de prazer, e ela já mandava eu meter mais rápido, puxei o cabelo dela com força, ela gemeu de prazer e gozou muito podia ouvir o gozo saindo enquanto meu pau entrava. Virei ela e soquei meu pau na boca dela e gozei no fundo da garganta dela.

Naquela noite ela gozou mais de 10 vezes e eu pelo menos umas 6.

Tá ai pra vcs o meu conto sei que é bastante extenso, mas pensem no tempo que não levei pra digitar ele.

Se quiserem entrar em contato deixo aki meu MSN: Anjelo_anjo@hotmail.com

Espero que tenham gostando, pq pra mim foi uma delicia. Ainda tenho muitas historias pra contar pra vocês, aguardem.

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filhotinhos mamando uma bucetinha virgem

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os filhotinhos mamando uma bucetinha virgens

Voces jamais imaginaram a sensaçao deliciosa de ter uma ninhada de filhotinhos de cachorrinhos mamando, lambendo, xupando e devorando uma bucetinha virgem. Pois leiam esse conto , fechem os olhos e imaginem essa deliciosa sensaçao.Fiquei feliz quando mamae ganhou uma cadelinha pastor , ela foi crescendo, e eu tambem eu era uma garota safadinha, que gostava muito de masturbar sempre ,e, qualquer coisa servia pra estimular aquela bucetinha tarada, que ja sabia,desde cedo gosar.Mamae as veses desconfiava de mim, acho que era porque eu gostava muito de ficar fechada no quarto, e as veses eu gemia alto e ela escutava.Diana teve 8 filhotinhos eles eram tao fofinhos, dava vontade de ficar o dia todo com eles no colo, diana era muito acostumada comigo e tinha confian‡a em mim, ela nem latia quando eu pegava os filhotinhos dela,mais era eu que dava banho nela e cuidava e brincava muito com ela,um belo dia eu estava so em casa meu padrastro tinha ido trabalhar mamae saiu pra pagar as contas da casa ela mim disse nao abra o portao e nem saia de casa, eu adorava ir na casa de janny mas sabia obedecer mamae porisso fiquei sozinha brincado com os filhotinhos da diana tava calor eu tava de mini saia jeans e blusinha entao resolvi refrescar tirei a calcinha e a blusinha era assim que eu gostava de ficar quando estava so em casa peguei um copo de leite e sentei no alpendre pra tomar ,ai os meus filhotinhos veio como sempre e se aninharam em volta de mim querendo carinho virei o corpo e um pouquinho de leite derramou em meu braço eles começaram a lamber ,eu tive que fechar os olhos,porque era delicioso aqueles bichinhos lambendo meu bra‡o,ai tive uma ideia derramei um pouquinho na perna, eles lamberam imediatamente e choravam querendo mais,eu uma menina boazinha deerramei um pouquinho mais,so que na coxa eles lamberam,boazinha eu derramei um pouquinho se querer na bucetinha e veio quatro de uma so vez e rapidinho lamberam tudo fiquei louca de tesao fui la dentro de casa e busquei mais leite empapei minha bucetinha e para nao deixar o resto dos filhotinhos com fome peguei os outros para alimenta-los tambem,molhei bem minha bucetinha deitei me de pernas bem abertas e quase morro de tanto tesao era lingua quentes pra todos os lados da minha buceta eles descobriram o meu grelo que ja era um pouco avantajado e fizeram a festa parece que confudiram o meu grelo com as tetinhas da cadela diana e ate pojavam nele sei que eles eram bem gulosos e eu bem vadia eles nao se saciavam demorou muito para que diana entrasse na varanda e vesse a cena ela sentiu que eu era muito boa com seus filhotinhos,e veio mim reconpensar porisso ela deitou perto de mim e come‡ou a empurar seus filhotes para que aquele broto melado de leite sobrasse so pra ela, ela começou devagar e depois no que eu gemia mais ela aumentava a força das lambidas, vi que os pobres dos filhotinhos nao iam poder voltar pra aquela tetinha em forma de grelo entao começei a passar o leitinho nos meus peitinhos ai sim eles mamaram tao deliciosamente e diana tambem de ves enguando eu punha um dos filhotinhos juntos com ela ela ficava brava,pensei em levantar mais diana ronsnou e eu vi que ela ainda tinha fome,abri mais as pernas e deixei ela se fartar quase morri de tanto gosar quando fui tomar banho vi que meu grelo doeu muito e persebi que um daqueles gulosinhos o havia machucado ele tinha ate sangue,mas eu nao pude deixar de repetir aquele jesto tao amigo para com a diana que era alimentar seus filinhos e sempre dei a eles de mamar nessa bucetinha deliciosa que sai ate leitinho pros nosssos filhotinhos e diana sempre vem mim agradecer xupando bem forte esse meu grelo delicioso que mais parece uma tetinha de leite para os meus 8 filhotinhos meu msn esta em um de meus contos leiam e votem por favor .bjos em cada cacete e buceta em agradecimento pelo voto
meu imail” greluda4444@yahoo.com.br”

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Batizada

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Vou contar-lhe, algumas pessoas ja me falaram que parece até um conto, mas se parar para pensar, é claro que é.. é o meu conto, o conto de como fui iniciada…
Sempre fui muito amiga de minha filha, pelo fato de eu ser mãe solteira.. e essa amizade fez eu lhe dar uma educação a qual ela nunca me escondeu nada. Teve uma epoca que ela saiu com uma amiga dela (a qual a familia é inimiga da nossa familia) e fiquei sabendo que elas ficaram juntas (é assim que os jovens falam né?). Falei que aquilo não era certo, mas ela disse saber e estar gostando… como ela sempre foi esperta e sabe onde pisa, apenas pedi que ficasse as escondidas, pois somos de cidade pequena e familia conhecida (por esse motivo, nao nos encontramos com ninguém e nem enviamos fotos).
Passou um tempo, algumas semanas e ela chegou toda alegre em casa, indo direto para ao banheiro dela. Fui atras, curiosa. Entrei e perguntei o por que dela estar alegre e ela sentada no vaso sanitario, me respondeu que não era mais virgem e estava namorando. Na hora disse-lhe que não namorasse a tal amiga, e ela rindo disse-me para ficar tranquila, que era com um homem. Fiquei até que aliviada. mas pensei, se ele estava na casa da amiga, quem seria ele ? Ela respondeu que era o ex namorado dela, e que eles fizeram um menage e ela adorou, deixando ele penetra-la… Por um instante nao sabia se ficava feliz ou nao, mas ela entrando no banho disse-me q ela estava feliz, e deixei pra lá.
Depois de conhece-lo, passou-se algum tempo… eu diria quase um ano, e ela ja me confidenciava das taras e fetiches dele, que ele queria fazer sexo anal, mas por ela nao querer ele respeitava, e essa compreenção dele, fazia com que ela adorasse ele ainda mais… eu facava até que horrorizada em saber que eles urinavam, que ele penetrava ela fazendo oral na amiga, que ela gostava de estar com os dois juntos.. mas o que eu podia fazer? ela é de maior, sabe o que está fazendo e sempre se cuidou… apenas escutava, dava minhas opinioes e esperava que ela estivesse segura com ele… Teve uma epoca, que ela saia apenas com o namorado, sem a amiga e mesmo me falando que sentia saudades dela, nao se encontravam…
- Aqui inicia a minha iniciação com ele –
Um belo dia (tempos atras), estávamos em um churrasco na casa de meus parentes, eu e ela bebadas, e eles nos levou embora. No carro, ja na estrada de chao, no camigo para a cidade, pedi para que ele parace que eu iria descer… e desci, mas ele veio ajudar-me, achando que eu iria vomitar. Ao chegar ao lado do carro onde eu me encontrava, me viu de cocoras urinando. Eu ja havia ouvido que ele gostava de ver e, acho que por estar bebada, deixei ele me ver, chegando a abrir ainda mais as pernas. Notei que ele olhava bem entre minhas pernas e mesmo achando isso estranho, gostei de ser admirada, mesmo naquela situação… Ao retornar para o carro, minha filha passou e discutir comigo… e até lhe dou razão.. mas como estavamos bebadas, nem respondiamos coisa com coisa… ela falava uma coisa, eu respondia outra e foi assim até chegarmos em casa…
Dentro da garagem, Beto segurou nós duas pelo braço, beijou-a na boca, sem me soltar, e depois de beija-la, me beijou tbém. Não sei pq, mas correspondi, embora o beijo tenha sido rapido, e antes da Ju falar algo, ele beijou-a novamente. Ele repetiu esses beijos umas 4 ou 5 vezes, e notei que a cada beijo q eles davam, a Ju parecia dar com mais vontade. Depois ele falando que nós duas eramos uma familia, pediu para nos beijarmos (todo homem gosta disso?) e falei que não, pois era errado. Ele me retrucou, falando que estavamos nos beijando por tabela. e minha filha teve a iniciativa e veio em minha direção. Demos um selinho, nos olhamos e nos beijamos apaixoadamente… só paramos depois que ele me pegou a força, falando que agora eu teria de cumpri com minha palavra. Minha filha disse que eu teria de pagar o que falei – e juro que nem sei o que cheguei a falar no carro – e ele ja havia me colocado no capo do carro e estava levantando minha saia. Vi que a Ju ja estava colocando um preservativo no Beto. Eu tentava em vão sair daquela posição, mas de repente senti minha calcinha ir para o lado e ele me penetrar. Me assustei e ele dava umas bombadas gostosas, e como a um tempo nao sentia um homem me possuindo até deixei… mas nao demorou muito, ele saiu de dentro de mim, me senti usada, humilhada na frente de minha filha… foi aí que senti minha calcinha ser retirada até os joelhos e ele com o preservativo melado por minha vagina, me penetrou o anus. Gritei e chorei, e minha filha veio me consolar, pedindo para que eu aguentasse essa dor por ela. chegando a me lamber as lagrimas que escorria em meu rosto. Não tive como dizer não ao pedido de minha filha, e fui estuprada concientemente. Aos poucos ele dava estocadas em mim mais fortes e eu aquentando por ela, pois se eu não fizesse, ele faria no anus dela.
Quando ele retirou de meu anus, eu estava fraca, com as pernas tremulas (nao mentirei, cheguei a gosar, mesmo com a dor), e não me aguentando escorreguei pelo capo do carro, sentando-me no chao, encostando-me no para choque. Foi aí que olhei para eles, ele segurando uma das coxas dela, a penetrava de pé mesmo… notei que entre as estocadas, eles vinham em minha direção… sem forças para sair, ele chegou a encostar o bumbum dela em mim, pegando uma das nadegas dela e abrindo, e falou com aquela voz autoritaria novamente: “Lambe, lambe tudo minha vadia”. Obedeci, nao sei até hoje se por medo ou por tesao de ver aquilo tao perto de mim, mas obedeci. Lambia minha propria filha e o saco dele… Senti ele retirar da vagina dela e gozar em meu rosto. Nem sei como , mas sairam daquela posição, minha filha estava lambendo a porra dele em meu rosto e me beijando com ela. Eu aceitava, a beijava como querendo sugar dela aquele mel branco dele. Sem querer, urinei ali sentada mesmo e minha filha sorrindo para mim falou que sempre seria assim, e que eu poderia urinar sempre.. falou ainda que seriamos batizada e me beijou. Nessa hora senti o liquido quente da urina dele em nós duas. Depois fomos nos banhar e até hoje obedece ele.
/ e vcs? me fala de vcs, suas fantasias, fetiches, vontades… – lobamijona@gmail.com

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