Conhecer mulheres
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Orkut do sexo


O Jantar Real da mesa estreita

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Certa feita, o Rei quis brincar com sua corte, preparou um jantar diferente, sem nenhum propósito visível, a não ser o deleite de todos, inclusive o seu. Só que sua preocupação maior, não era degustar os pratos maravilhosos da sua cozinha real, e sim deliciar-se com os gozos de sua corte. Propositalmente, decorou a sala de jantar de forma a instigar os sentidos sexuais de sua contida corte, queria liberá-los de seus “deveres morais” como se liberta perfumes de seus frascos. Escolheu cores fortes, rosas vermelhas e obras de arte com conotação sexual, sem que isso fosse perceptível demais, afinal os queria livres, não envergonhados do que tudo aquilo os causava, o despertar de suas libidos. Ordenou que para o jantar fosse usada uma longa e estreita mesa, em que só coubessem os pratos e taças de seus convidados, e que estes chegassem, se assim desejado, a tocar o outro com seus pés, mas que isso não fosse um caos, mas trouxesse uma aproximação com estas pessoas.

Ele conhecia cada nobre, cada desejo mais obscuro, era o seu dom, olhar e perceber o desejo mais contido, a luxúria mais negada. Ele sentia isso no olhar, no movimento que o peito fazia durante a respiração, por traz de todos aqueles panos. Dispôs assim, cada casal separado na mesa, ninguém questionou, era a vontade do rei. Cada um sentado de frente àquele que lhe despertava forte desejo sexual, ou mais, àquele a quem, ele sabia, tinha em algum momento, ou ainda o fazia, sucumbido a romances secretos.

Ao se acomodarem na mesa de jantar, sem ter nem comentado uns com os outros o apelo sexual que toda aquela reunião estava tendo, até porque eles sentiam, mas não percebiam diretamente. Depararam-se com a ordenação dos assentos, todos dispostos frente à frente com o pecado. Muitos olhos que se encontraram, fizeram faces abarrotadas de pó de arroz corarem, mãos gelarem, corações baterem mais rápido, a respiração ofegante e os pensamentos libidinosos logo vieram. Não chegaram a estranhar a mesa tão estreita, o Rei, inventava muita moda, e era bem cômodo a eles, ao menos, se tocarem por baixo dos panos da mesa, que cheirava a vinho e comidas picantes. Nem toda a corte interessava tanto ao Rei, só os mais pudicos tinham sido convidados – e se achavam tão merecedores disto, afinal os outros nobres, não eram assim tão nobres, eles sim, porque se continham, ou porque fingiam conter seus desejos ‘impuros’. O Rei olhava muito interessado os rostos rubros pelo desejo, as bocas que não sabiam se fechavam, se falavam algo ou se calavam pelo resto da noite. Muitos não ficaram contentes com a dispersão dos casais, e apesar de não ter nem ousado comentar uma escolha Real, sentiram ciúmes de seus pares, que eles sabiam estar frente a sua maior tentação, afinal isso também acontecia a eles, mas a preocupação do egoísta é tamanha, que preocupa-se mais em não ser traído que ter o prazer de trair.

Então, o Duque começou a falar sobre cavalos, e de sua paixão pela montaria, talvez incentivado pela forte vontade de ter a mulher em sua frente a cavalgar em si por toda a noite, enquanto tentava pensar em cavalos, se via por baixo daquela mulher, vendo seus seios balançarem, pra cima, pra baixo, e aqueles dentes brancos mordiscarem o lábio inferior, com tal força que a intenção parecia ser rasgá-los e libertar o sangue que os fazia tão vermelhos, por um instante ele teve impressão de ver sangue escorrer nos lábios dela, então logo baixou a cabeça e começou a ouvir o que os outros diziam e a conversa prosseguia, com assuntos cada vez mais ligados ao ato sexual. Nenhuma palavra Real era pronunciada, Ele tinha o intuito de não influenciar nenhum pensamento, ficava em silêncio a observar e sorrir meio-sorrisos. Tentava adivinhar cada fantasia que as pessoas a sua frente estavam tendo naquele momento, notando que nenhuma estava realmente interessada no assunto em pauta. Esperava o momento em que todo aquele desejo iria ebulir. Não foi surpresa quando observou a Viscondessa com ares marotos provocar no homem a sua frente uma surpresa agradável. Primeiro, os olhos deles arregalaram e depois um sorriso agradável e quase discreto surgiu em seus lábios. Os pés da jovem viscondessa roçavam de leve as suas pernas, e logo subiram e chegaram a um lugar que nem ele imaginava que pudesse chegar, e lá faziam movimentos sem muita dificuldade e que o deixara em apuros, disfarçar o que aquilo causava era quase impossível para este homem. E como acompanhando a viscondessa em sua idéia, tomou a iniciativa de tocar a mulher, ela não pareceu assustada, o Rei observou também que existia um fogo em seus olhar e seu sorriso. A mulher à quem tocava o Conde era muito mais jovem que ele, recém chegada a corte, mal sabia falar a língua local. Seu casamento fora planejado, para unir as riquezas de duas famílias, como era comum à nobreza. O homem a sua frente lhe despertava de início uma leve curiosidade, mas agora, naquele momento em que sua pele aveludada, era tocada pelos pés do Conde calçados em meias suaves de seda, lhe fazia arrepiar, coisa que não sentia com o homem a quem fora desposada, que nunca a tocou intimamente. Pois este – como indicavam as más línguas – em toda a vida, nunca tocou uma mulher. Por baixo das anáguas, a mulher estava em chamas, e não disfarçava tal coisa, havia deixado, no reino de onde viera, amantes desconsolados, e aqui já os fizera aos montes, discretamente, claro.

Todos a olhavam sem virar-se diretamente para ela. O Rei em virtude de tal comportamento da jovem nobre, e sabendo que isso causava estranheza em alguns poucos que não haviam entendido, ordenou que os seus servos se retirassem, com um simples olhar. Os servos se foram, o Rei notou os olhos confusos que acompanhavam os servos, era como se cada um daqueles que não haviam se deixado inspirar, houvesse naquele momento recebido uma sentença de morte. Nestes, havia muito mais medo do que regozijo pelo que poderiam fazer. A jovem que era acariciada por baixo das anáguas pelo Conde, invadida por descontrolado desejo, escorregou para baixo da estreita mesa, e tomou o membro do Conde em sua boca, todos à mesa tentavam fingir que nada viam, a expressão do homem era aterradora, suando muito, um punho fechado sobre a mesa, a outra mão segurando um lenço enxugava a testa, como quem passava mal, olhava para o teto, tentando não entregar o que todos já tinham conhecimento, arfava baixinho, reprimindo o prazer que sentia. A afogueada jovem sabia como desalinhar um homem, e o fazia ali, debaixo dos narizes de todos, como se lhes fosse invisível. Era voraz e delicada ao mesmo tempo no que fazia, suas mãos pequenas alisavam, seguravam, apertavam, enquanto sua língua úmida lambia, roçava… O homem gritou, segurando a cabeça da Viscondessa com as mãos e a apertando contra seu sexo, esquecido completamente dos demais, olhos fechados, boca aberta, cabeça estendida para trás. A mulher ainda se deliciava, quando se deu conta do que fazia, mas continuava, e sem sentir culpa alguma.

Todos tentaram, mas ninguém conseguiu ignorar, ao olharem para o homem ali, visivelmente esgotado pelo esforço de se conter no desenrolar do feito, e que agora parecia sozinho em seu quarto a libertar seus mais profundos desejos com uma mulher qualquer. Sua esposa, de olhos arregalados sentiu naquele momento um fervor, que não era bem ciúmes, pois nunca o amou, mas a licença para também deixar-se levar. Olhou o Duque, com quem já havia saído para agradáveis passeios no bosque regados a luxúria e bom vinho. E no olhar entregou sua disposição para a brincadeira que costumavam fazer, sem preocupação, mas com um pouco de dificuldade, levantou as anáguas do vestido e em meio a tantos panos, acariciava a si mesma, primeiro as pernas, com as pontas das unhas subindo devagar, depois, olhos fechados, sem nenhum pudor, toca seu sexo por cima dos panos, lá fica a roçar os dedos, na vontade de tê-los dentro de si, mas essa era a melhor parte, onde o desejo era maior, mas contê-lo era um agradável castigo. A parte do Duque na brincadeira era justamente ver as faces de sua amante corarem, a saliva aumentar, e chegar a escorrer no canto da boca, ouvir os leves gemidos, e ficar só observando aquela mulher, tendo-se, levando a si mesma a loucura de tanto prazer.

Já dois casais sucumbiam, enquanto os demais, perplexos, não continham a excitação que tudo lhes causava. Olhavam para o Rei, que se mantinha calmo, como se nada visse, e cada um entendia aos poucos o que acontecia, e entregavam-se ao amante, e aos seus desejos, até nos mais hipócritas, nos mais egoístas, já se via um lampejo de cobiça pelo pecado de que fugiam. A Condessa, já tinha afastado os panos, e fazia entrar seus dedos na sua própria carne quente, molhada. Nesse momento, soltou um gemido alto, e começou novos gemidos, cada vez mais frenéticos, uma das mãos afastava-lhe a roupa e tinha dedos enterrados em sua carne. A Duquesa, sentada ao lado de sua rival, embriagada pelo desejo que aquilo despertara em si, sem preocupar-se com o Duque que fazia sua parte na brincadeira, e nem com os outros, retorce o corpo para lamber a Condessa que delirava com o que causava a si mesma, sem se deter as intervenções de sua nova amante, beijou-lhe os lábios oferecidos, sem conhecê-los, permaneceu a delirar, de olhos fechados, enquanto a Duquesa descobria o que nem ela sabia ao certo, desnudava sua amante-rival, passeava lábios e língua naquela pele em brasa. Para o Duque a novidade não poderia ser mais que agradável, o jogo ficava mais difícil a cada ação de sua mulher para com a amante. A rigidez do seu membro revelado pelo tecido delicado de suas vestes causava frenesi no homem sentado ao seu lado, o Visconde, era um maduro amador de homens. Mesmo que desde o seu casamento, se houvesse questionado mais sua sexualidade, não tomava sua esposa, e continuava a sair com homens às escondidas. Ali, do seu lado, um homem pulsava de prazer, prazer contido, aquilo o fazia salivar, mesmo que olhasse para o lado, onde podia agora ver sua pequena esposa sentada sobre o Conde, tendo os seios tomados na boca, sugados, nem assim lhe saia da cabeça as calças do Duque quase por explodir, só aumentava sua vontade de entregar-se, pois tudo ali agora cheirava a sexo, tudo ali, desde o princípio, notava ele, era sexo. Como que tomado de uma súbita coragem, virou-se para o Duque, livrou-o de suas calças e segurou seu membro em suas mãos, e ele pulsava, como se preparando para explodir, ao ser assim tirado de seu jogo bruscamente, o Duque olhou por segundos nos olhos do Visconde, e sem saber o porquê, viu-se, seguidamente, tomar àquele homem, e aquilo lhe foi mais agradável que tomar sua esposa, ou sua própria amante. O Visconde, de roupas abaixadas, curvado à mesa, segurava um pedaço da manta que a cobria, chorava lágrimas de prazer e dor, gritava mais alto que os demais. Como num efeito dominó, agora, todos estavam submetidos aos deleites que julgavam pecado, Todos ali, eram amantes agora, e amantes dos amantes de seus amantes.

O Rei, alegre como quem acaba de pintar um belo quadro, aprecia tudo de sua cadeira, na altivez de quem não se deixa levar pelo que está a observar, admira todos os rostos moldados pelo gozo, as bocas abertas, a saliva como bálsamo de beijos, os olhos fechados, com as pálpebras comprimidas pelo prazer. Vitorioso, sorve mais um gole de vinho, fecha os olhos,e em sua mente, todos os gemidos, os arfares, os gritos, os risinhos, são então, aos seus ouvidos, uma bela sinfonia.

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Ledo engano

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Fim de ano, um tanto de estresse com a quantidade de compromissos. Mas, as festas deste período não deixam por menos. De todas, essas são as melhores, é onde me jogo mais. Onde me liberto. Talvez para dar um break na correria, espantar os fantasmas e dar a cara à tapa com mais coragem no ano novo.

Recebi vários convites para o réveillon, e como meu espírito pedia, escolhi a provável mais louca de todas. Denis e Fábio davam as melhores e mais insanas festas. Geralmente com o público mais gay possível. E como eu estava solteira há bem pouco tempo, mas com uma mágoa de dar dó, resolvi curá-las com a primeira garota que encontrasse afim, ou garotas.

Qual não é minha surpresa, quando ao chegar à festa a primeira pessoa com quem me bato seja minha recente ex. Toda feliz, já um pouco alta por conta da bebida, e acompanhada de um cara sério, e bem mais velho que ela. Passando sobre mim de mãos dadas com ele, ainda teve a audácia de me cumprimentar me abraçando toda sorridente. Usava um vestidinho curto e todo ajustado. Branco com tiras vermelhas e douradas enredando aquele tecido em seu corpo. Um salto alto, que nunca dispensava e trança no cabelo. A maquiagem era simples, o olho claro marcado, e no mais, parecia natural. Mesmo com raiva pelo que tinha aprontado comigo, mesmo enciumada por estar com outra pessoa, mesmo triste por ter sido abandonada. Meu tesão por ela naquele momento era tão grande que se ao me abraçar tivesse falado ao meu ouvido pra esperá-la em algum canto. Lá estaria eu doida para libertar aqueles seios de seu decote, e toma-los em minha boca, colocar minhas mãos por baixo daquele pedaço de pano, tocar aquela carne dura, preencher seu sexo com meus dedos enquanto ela gemeria em meu ouvido, me fazendo gozar sem nem mesmo ser tocada de volta. Tal era seu poder sobre mim!

No entanto, ela me abraçou, desejou feliz ano novo e saiu correndo arrastando o cara com quem estava. Para alguns metros depois, o agarrar e beijar… Poderia ao menos ter feito isso longe de minha visão. Nem parecia que havíamos vivido na mesma casa, dividindo a mesma cama suada de nossas aventuras roladas várias vezes ao dia e, muitas outras a noite.

Senti um pouco de asco ao recordar de sua traição, naquela mesma cama nossa, com a nossa melhor amiga. Virei o rosto quando o homem segurou sua bunda e ela parou o beijo pra gemer em seu ouvido. Estava tão furiosa pela lembrança, por seu comportamento… Não demonstrava nenhum arrependimento. Pelo contrário, não se importava em me provocar. Agora então é que eu queria mesmo extrapolar. Sai andando apressada pra perto do palco, onde uma banda de amigos tocava músicas agitadas de um rock sujo que misturava metal e algo de punk. Eu pulava, gritava e batia cabeça de olhos fechados, afugentando os pensamentos. Quando reparei que havia um integrante novo na banda. Ou seria uma integrante nova? Aquilo me intrigou. A pessoa que comandava a guitarra parecia ao mesmo tempo homem e mulher. Já havia visto alguns indivíduos assim, mas era fácil definir depois de alguns minutos olhando. Porém, lá estava eu, parada em frente ao palco, sendo empurrada em alguns momentos, encarando o/a guitarrista. E não só por conta da curiosidade. Tinha me instigado bastante. Cabelos curtos e modernos, alguns piercings e alargadores discretos, umas tattoos nos braços, lineares, simples e lindas. Uma calça skinny preta com alguns ilhós e uma camisa de botão vermelha aberta por cima da camiseta branca do Judas Priest. Usava ainda um coturno simples, que me deixava mais na dúvida. Parecia ter bem pouca idade, no máximo uns 18 anos. Mas eu adorava a segurança com que tocava. Suas caras e bocas estavam quase me fazendo gritar feito tiete. Sem contar que me surpreendia a cada investida nas cordas. Parecia ter anos de experiência. Eu a fitei do momento em que cheguei à frente do palco, até o fim do show, que demorou mais umas oito músicas.

Ao fim do show fui cumprimentar a banda, de quem era amiga há anos. E questionar pro frontband quem era aquela coisa, e se era homem ou mulher. Estava disposta a investir mesmo que fosse um rapaz. Dada à fascinação que me causava. Meu amigo olhou pra mim quase gargalhando devido a meu entusiasmo.

- Bem! Sony vem aqui! – Disse ele acenando para que viesse ao nosso encontro.

Corei um pouco. Principalmente por não saber ainda se tratar de um rapaz ou moça. E qual a idade da criatura.

- Essa é a Valquíria, minha grande amiga. Valquíria, Sony! – Ao falar isso, se afastou nos deixando sós em silêncio.

Uma voz meio rouca saiu de seus lábios, num rosto de semblante sério e tímido, nem parecia quem estava arrebentando o instrumento no palco.

- Prazer Valquíria!- Mordeu os lábios no final, não de jeito intencional, mas num sinal claro de nervosismo.

E eu, a essa altura, estava quase aceitando que seria mesmo um homem. Meu amigo me sacaneara me apresentando sem definir seu sexo. Agora eu teria que tomar cuidado e descobrir antes de pagar algum mico. Precisava saber sua idade também. Então fui logo puxando conversa.

- Nossa você manda muito bem no palco! – O ser em minha frente corou instantaneamente.
- Valeu! Eu me esforço… Lá me sinto livre pra fazer o que quiser.
- Deveria ser assim sempre. Há quanto tempo você toca?
- Há uns nove anos. Comecei com treze. – Bem, estava aí sua idade. Vinte e dois anos, isso era ótimo! Nossa diferença de idade nem era tanta, apenas quatro anos. Praticamente era só correr pro beijo.
- Poxa, precoce você. E como se deu essa paixão? – Perguntei curiosa.
- Meu pai é músico. Toca sax numa banda de jazz desde bem jovem. Ele sempre quis que eu pegasse um instrumento, e eu escolhi a guitarra. Gosto de blues, jazz… Mas minha coisa é por músicas mais extremas.
- Entendo perfeitamente!

Em resposta deu um sorrisinho nervoso, enfiando as mãos nos bolsos.

- Mas, Sony, não é?
- Isso!
- O que houve com a Renata que tocava antes de você na banda?
- Você não soube? Ela engravidou de um cara com quem tava ficando. E deu a louca na guria, eles casaram.
- Como é que é?! – Falei quase gritando, com os olhos arregalados. Eu estava realmente surpresa. A Renata era bem masculina. Tínhamos nos pegado algumas vezes na adolescência. Nunca a vi com homem, nem falava de homem. Se bem que estranhara a mudança de estilo nos últimos anos. Mesmo assim, não preveria aquilo de forma alguma.
- Pois é! Não sei como não ficou sabendo disso. Mês passado ela era assunto em toda roda.

Eu sabia por que não tinha ouvido falar nessa historia. Estava trancada em casa sofrendo pela traição, pelo rompimento. Só trabalhava e dormia, basicamente. Havia começado a sair há menos de uma semana.

- Nossa, que loucura! Eu andei meio ocupada. Mas é incrível o que se perde em poucos dias né?
- Oh se é! Fiquei até com medo quando soube que ela estava grávida, achei que o filho fosse meu. – E ao falar isso gargalhou feito criança. Como se tivesse feito piada. Não entendi bem. Mas aí, tive certeza que se tratava de um homem. Ficou meio sem graça, e tentou mudar de assunto.
- Mas, então… Gostou do repertório da banda? Nós adicionamos umas músicas novas e tal…
- Ah, tá show! Vocês estão trabalhando algo novo. Vão gravar alguma coisa?—Assim que fiz a pergunta o DJ começou a tocar, e nossa conversa naquele ambiente não era mais viável.
- Vamos pra aquele lado. Tá mais tranquilo!
- Bora! – Já estudando a possibilidade de agarrar aquele rapazote entre as árvores que permeavam o clube onde a festa acontecia. Pegamos umas bebidas, e caminhamos na direção oposta ao barulho.

Ao chegar num canto onde estava mais escuro, e continuar a conversa de um jeito mais leve enquanto todos se distraiam na pista dançando, eu não pude resistir por mais tempo. Tomei uns goles da bebida gelada, olhando diretamente naqueles olhos pequenos e acanhados, insinuando que a próxima coisa que colocaria na boca era ele.

E então, larguei o copo quase vazio, o puxei contra meu corpo e beijei torridamente. No começo parecia assustado, quase caiu se recostando na parede com um baque. O beijo continuou mais violento. Eu o sentia parado, sem reação no início. Com o tempo, uma mão na minha cintura, outra em meus cabelos me puxava com vontade em direção a seu corpo e rosto. Ele tinha um cheiro maravilhoso de algum perfume masculino que eu conhecia, mas não recordava o nome. O olfato me instigava tanto quanto os outros sentidos. Estava sensível, e só de ser levemente tocada já me arrepiava e gemia sem querer.

Após alguns minutos de beijo, meu ventre sentia falta de algo. Um volume que o pressionasse, denunciando desejo. Eu forçava meu quadril contra sua virilha, e não importa o que fizesse, nada sentia. Parei o beijo, bastante ofegante, mas um pouco preocupada de não estar agradando. Mesmo que fosse gay, a essa altura estaria, ao menos, um pouco excitado. Ele, que era muito branquinho, estava vermelho, os olhos meio fechados, mordendo os lábios. Suas mãos não saiam de meu corpo. O peito num sobe e desce frenético. Estava visivelmente excitado. Então, o que havia de errado? No tempo que passei sem ficar com homens eles tinham perdido o poder da ereção?

Ao ver que olhava confusa para ele. Mudou de expressão, ficando sério com ares preocupados.

- O que foi?
- Nada… Você tá gostando? – Perguntei reticente.
- Se eu to gostando? Acho que nunca fiquei tão molhada…

Eu havia ouvido direito? “Tão molhada”! Era mulher, como não fui capaz de perceber antes? Sentia-me envergonhada. Sem graça comecei a rir.

- O que foi?
- Você vai ficar brava se eu te contar uma coisa?
- Sei lá, diz!
- Eu achei que você fosse homem! – Falei rindo muito. Ela também riu sem jeito.
- Acontece de vez em quando… Então, isso é tão ruim assim?
- Se é ruim? Isso é muito melhor que se fosse homem. — E voltei a beijá-la, só que agora ainda com mais fome que antes.

Em dado momento eu não conseguia mais me segurar. Estava com tanto tesão. Agora eu passava a mão nela inteira. Era magrinha, seios bem pequenos que agora eu podia sentir, pois havia colocado a mão por baixo da camiseta. Uma pele macia que pedia por meus lábios, língua, dentes…

Falei baixinho ao seu ouvido:

- Vamos ao banheiro, não suporto mais. Isso é tortura!

Ela nem respondeu, sacudiu a cabeça positivamente enquanto segurava minha mão me puxando em direção ao banheiro feminino. Algumas pessoas nos encararam quando entramos meio afoitas. Talvez por acharem que se tratava de um casal hetero. Trancamos a porta atrás de nós, e ficamos encostadas nela por por um instante. Eu já tinha levantado sua blusa e lambido seus pequenos mamilos. Ela tateava meus seios por cima do vestido, procurando um jeito de tirá-lo e tocá-los apropriadamente. Achamos melhor naquele momento, nos movermos para um dos boxes.

Trancamo-nos num box, e lá pudemos facilitar os toques. Eu baixei o zíper do meu vestido, pra que ela tivesse livre acesso aos meus seios. Ela parecia uma criança ao vê-los, começou a chupá-los, com tanta vontade que eu sentia ímpeto de gritar de tanto desejo. Segurava os dois, juntando-os e passava de um para o outro, como pra que os dois tivessem a mesma atenção. Eu abria um pouco o zíper de sua calça, e com alguma dificuldade consegui baixa-la até o meio de suas coxas, comecei a passar os dedos sobre sua roupa de baixo, ela usava cuecas, e estava mesmo muito molhada.

O tecido leve da peça estava todo encharcado. Dava pra sentir a anatomia de seu sexo por cima dela, quase nada de pelos, tinha pouco volume ali. Coloquei a mão por dentro de sua cueca pra tocar-lhe. Ela largou o mamilo que mordiscava e soltou um gemidinho. Meus dedos mal entraram em contato com sua pele e escorregaram pro meio de sua carne. Sua bocetinha era estreita, e naquela posição, os apertava mais ainda. Ela não conseguia manter o mesmo ritmo nos meus seios enquanto eu a tocava. Então, encostou-se na porta retirou a camisa e a camiseta, revelando curvas inesperadas por conta da magreza. Puxou minha cabeça contra seus seios, pegou minha mão desocupada e começou a chupar meus dedos com força. Aquilo me era bastante excitante! Sentia como se tivesse um pau, e ela estava a estimulá-lo, tanto com sua boca, quanto com seu sexo. Ela lambia cada milímetro de minha pele com sua língua quente, e oscilava entre firme e mole. Eu mordiscava e lambia seus pequenos seios. Ela levantou o corpo ficando de ponta de pé, e abrindo um pouco mais as pernas voltando-se para mim. Comecei a socar forte, deslizava fácil pra dentro dela. Ela largou meus dedos e levou meu rosto pra um beijo. E enquanto me beijava, começou a gemer baixinho, tremendo. Sentia sua carne se comprimir, suas pernas fraquejarem devido a posição que se encontrava. Seus sons eram abafados dentro de minha boca, e eu nunca tinha experimentado um beijo tão instigante. Soava desesperado e maravilhoso, era seu gozo!

Era a minha vez! Mal se recuperara e seus olhos denunciavam isso. Ajoelhou-se, levantou meu vestido até acima do umbigo, desceu minha calcinha e começou a lamber minha pele enquanto me explorava com dedos bastante ágeis e sua mão firme ao mesmo tempo que delicada. Apoiei um dos pés no vaso, estava entregue a ela. Apertava e massageava meus próprios seios olhando o que ela fazia lá embaixo. Ela passava a língua na coxa que estava afastada, depois voltou-se pro meu sexo. Parou por um instante pra encará-lo. Ao contrário da dela, minha buceta era carnuda, e estava bastante inchada. Eu já estava a ponto de gozar, e ela sabia disso. Então, só provocava soprando frio nela. Enfiou dois dedos em mim. Iniciou então, de leve, um conjunto de lambidas e suaves chupadas nos pequenos lábios. Eu não demorei muito a ficar prestes a gozar. Foi quando ela rapidamente me tirou daquela posição, me pondo de costas. Não entendi nada, até que a senti chupar meu cuzinho, enquanto tinha dedos em mim. Eu gritava tanto, que a música, alta lá fora, não era suficiente pra abafar. Era a primeira vez que me faziam aquilo. E a sensação era a melhor possível. Era uma descoberta que me surpreendia. Não queria que ela parasse nada, queria adiar o orgasmo iminente. Mas não dava pra evitar. Eu sentia que estava cada vez mais perto. Como um turbilhão, minha cabeça parecia ferver. Eu tentei ainda conter o grito derradeiro. Mordia a mão bem forte enquanto ela aumentava a velocidade das lambidas molhadas, e das estocadas. Suor, misturado a sua saliva e meu liquido escorria pelas minhas pernas que vibravam junto com todo o meu corpo enquanto eu tinha o melhor orgasmo de minha vida. Ela parou, me deu alguns beijos na bunda, subindo até as costas, enquanto eu rebolava com ela ainda dentro de mim. Eu sorria feita menina satisfeita. Ela beijou meu pescoço, mordiscou e lambeu minha orelha, e veio devagar me oferecendo seus lábios. Sua boca toda molhada, e eu a beijei com ainda maior intensidade que antes. A gente gemia alto enquanto eu ainda sentia prazer com ela enfiada em minha carne. A música parou de repente, e todos começaram a contar: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1… O ano novo havia chegado. E nós naquele banheiro, se despedindo dos últimos orgasmos do ano velho e saudando mais novos orgasmos no ano novo. Só saímos do banheiro pra pegar um táxi e ir direto pra minha casa. E aquele ano não poderia ter começado melhor!

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Relato: Um Encontro Bissexual na Balada Liberal

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Já fomos em algumas casas de swing, e a principio o tom de balada liberal ainda não havia nos cativado. No entanto fomos numa sexta feira dessas ao Nefertitti, e saímos muito felizes e realizados da casa.

Pela primeira vez conseguimos rolar uma brincadeira com um casal muito especial.

Vou lhes contar o que os tornavam especiais:

Em primeiro lugar a honestidade deles, sabemos que tem muitos casais “fakes” nas casas de swing, se apresentam como namorados ou casados a muitos anos, e nitidamente não tem entrosamento nenhum entre eles. Este casal na verdade eram um casal de amigos e foram honestos e sinceros em nos dizer isso. Preferimos um casal de amigos que se curtem de verdade e estão se divertindo a 2 do que um casal falso querendo nos fazer bobos.

O Sr. TS, estava me ensinando a perceber as mulheres Bi da casa, e então me conduziu até a borda de um balcão onde 3 belas dançarinas estavam nuas dando um show muito excitante, Elas se tocavam, e riam umas paras as outras, beijavam-se parecendo ninfas.  Ele foi me soprando aos ouvidos… “-olhe mais pra sua direita, se aproxime”… à minha direita estava a moça em questão, eu mal sabia que seria ela quem faria a minha noite ser tão deliciosa.

Quando a notei, toda de preto (como eu), com um olhar de desejo para as dançarinas, resolvi me aproximar, debrucei no balcão e junto com ela tocamos as coxas macias das dançarinas, num claro sinal de que nós duas curtíamos mulheres e foi assim que nossas mãos se encontraram, entre as pernas de uma linda stripper, me virei de frente pra ela e esperei o beijo… E que beijo, pude tocá-la das pernas aos seios fartos, ela tinha um cheiro gostoso, e uma boca muito macia, que já me fazia imaginar o resto.

Como ele curtiu a ideia, e me deu o ok, falei no ouvido dela que íamos lá para o fundo, que era mais confortável para gente, e que se eles estivessem afim nos encontraríamos por lá. Ela sem me responder falou com seu amigo, e ambos se conduziram para a parte da casa onde tudo rola.

Demoramos alguns minutos para encontrá-los, mas eles estavam numa sala coletiva, sentados assistindo algumas cenas lindas de mulheres sendo comidas por 2 ou 3 homens ao mesmo tempo, outras chupando e sendo chupadas, enfim, orgias deliciosas de se assistir.

Sentei-me ao lado dela, pudemos sussurrar algumas coisas aos ouvidos, nos beijamos mais um pouco. E então fiz a proposta direta. Ali não seria um bom lugar para transarmos, seria desconfortável ficar driblando dos caras loucos para entrar no meio da gente, então propus que fossemos os 4 para uma sala fechada. Eles toparam e lá fomos nós!

Encontramos uma sala ampla e confortável, o Sr. TS que comanda muito bem o jogo, sugeriu que nós duas começássemos a nos esquentar calmamente e quando nos sentíssemos a vontade poderíamos convidá-los para entrar na transa. Os 2 se sentaram no chão e ficaram de espectadores da cena.

Além de poder apertar gostoso seu corpo, sentir sua pele quente e sua boca macia, fui aos poucos tirando nossas roupas. Toquei sua bucetinha que estava bem molhadinha e nos chupamos, ela tinha um cheiro suave e um gosto delicioso. E então senti falta do meu amado por perto, perguntei baixinho pra ela se não teria problemas chamarmos os rapazes para o meio, ela concordou.

O meu amado, já chegou cheio de tesão e meteu gostoso em mim, o amigo mostrou que tinha muito entrosamento com ela e a comeu de quatro também, enquanto nos beijávamos. Fiquei particularmente admirada com o carinho e respeito do rapaz por nós, sem afobação nenhuma de querer pegar, fazer e acontecer, ele relaxou e nos deixou comandar a situação, em retribuição ele recebeu atenção de nós 2. Ela o chupou gostoso e eu bem safadinha coloquei a buceta na sua cara, ele me chupou com tanto gosto no clítoris que quase perdi linha.

O Sr. TS, também aproveitou a situação e enquanto o rapaz me chupava meteu os dedinhos na bucetinha dela, que deu uns gemidos muito gostosos.

Gozei algumas vezes nesta noite, e uma delas, foi quando meu amado me pegou de quatro e e depois gozou nas minhas costas, ele goza fazendo um urro de leão que é uma delicia. Ficou ainda mais excitante beijando a boca macia e gostosa da amiga que havíamos acabado de fazer.

Fim da brincadeira, saímos para a pista, com sorriso no rosto, pudemos conversar fumando um cigarro na área de fumantes (sim nós somos fumantes), por fim troquei telefones e email com a minha nova amiga,  e sai feliz e realizada da casa, era a primeira vez dela numa casa swing, e apesar de não ser a nossa primeira vez lá, foi a primeira experiencia completa e gostosa que tivemos.

Espero agora que ela entre em contato com a gente quando estiver de novo de passagem aqui por Sampa.

Infelizmente, como todos sabem numa casa de swing não se pode registar nada, então ficamos por aqui sem imagens da noite, apenas as imagens da Sra. Tesão Secreto, esperando pela próxima aventura.

Beijos Safadinhos, Sra. Tesão Secreto.

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Madelleine e suas “tias”

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Madelleine tinha já seus 19 anos, mas era tímida e retraída, comportava-se, e até aparentava, ter menos idade. Apenas olhando, davam-lhe no máximo 16. Muito caseira, prosseguia sua vida de estudos. Fazia cursinho para o vestibular, era o único lugar que frequentava, exceto pelas missas matinais do domingo. Quando se via em meio a pessoas desconhecidas, ficava se encolhendo, como se quisesse passar despercebida, ou fazer-se tão pequena que sumisse. Filha única de mãe solteira, estava sempre ao lado dela, quando não, sentia-se muito insegura. Ironicamente, desde criança, tinha o dom de usar suas mãos para massagear outras pessoas, livrá-las de dores e cansaços. Ao fazer isso, não pensava em quem estava tocando, focava-se no feito. Sua mãe propagava isso para as amigas com muito orgulho, e quase sempre apareciam “clientes” para aproveitar suas mãos mágicas. Isso lhe rendia alguns trocados e favores. Não tinha um preço fixo, recebia o que lhe fosse ofertado.

Era uma tarde de feriado de quinta-feira. Madelleine e sua mãe estavam em casa vendo TV depois do almoço. Quando duas moças chegam, Berenice e Viviane. Colegas de trabalho de sua mãe, a quem já tinha visto, mas nunca interagido. Ambas estavam loucas para testar as famosas mãos dela. Entraram, beberam um suco de caju que lhes foi oferecido, e ficaram conversando e relaxando naquela tarde quente, enquanto esperavam ser atendidas. Berenice tinha 30 anos, loura natural, mas que clareava ainda mais seu cabelo. Era viciada em academia, e por isso mesmo, sustentava um corpo escultural. Baixinha, a sua cintura definida parecia parti-la ao meio. Tinha ares de quem fazia o que tinha vontade. Dada sua espontaneidade e o vigor de suas palavras. Já Viviane estava com 27, magra e um pouco mais alta que a amiga, tinha um corpo esguio e seios médios, até grandes, para uma asiática. Era bem mais retraída que Berenice, mas sorria o tempo todo, parecendo sem graça.

Após algum tempo conversando amenidades, Berenice retrucou que precisava de massagem. Sentia-se tensa e queria relaxar. Madelleine corou, pois sabia que estava sendo cobrada. Levou-as então até seu quarto. E disse pra que ficassem a vontade.

Fábia, sua mãe, avisou que não poderia ficar. Iria visitar uma tia que precisava de seus cuidados, e só voltava à noite. Madelleine não contava com isso. Cresceu os olhos quando a mãe anunciou a saída. Esperou que se afastasse do quarto e correu atrás dela reclamando:

- Mãe! Eu achei que eu fosse com a senhora mais tarde na casa de tia Carminha.

- Bem, acho melhor ir logo. Ela anda doente, você sabe! E dorme muito cedo. Como essas massagens vão demorar. Eu fico mais tempo lá na casa dela, enquanto você termina aqui. E ai à noite ficamos livres. – Deu um beijo na testa da filha. Pegou as chaves e partiu.

Madelleine não se sentia a vontade de voltar pro quarto. Quis protestar com a mãe, mas sabia que ela tinha razão. Ficou parada olhando-a ir embora, até que foi chamada no quarto pelas garotas. Respirou fundo, sentia o coração na boca, e sabia que estava vermelha como um pimentão. Mas, não tinha alternativa. Ao chegar ao seu quarto, viu Berenice deitada nua apenas com as nádegas cobertas, e Viviane sentada numa cadeira, enrolada numa toalha, esperando sua vez. Tentou fingir naturalidade, mas não esperava que se sentissem tão à vontade, a ponto de se despirem e procurarem toalhas em seu armário.

- Você pode me explicar o que sente, e onde? – falou secamente com a moça deitada nua em sua cama. Esta se virou pra explicar que sentia dores na região lombar e muito peso nos ombros.

Em resposta, ela pegou um óleo em cima do criado-mudo, sentou-se por cima dela, molhou as mãos e esfregou uma na outra, e então, começou a pressionar com bastante força a região lombar, subindo e culminando nos ombros. Berenice gemia, parecia sentir um pouco de dor, mas isso era prazeroso. Madelleine não conseguia, dessa vez, se concentrar no que fazia. Estava envergonhada e distraída. Era a primeira vez que massageava alguém na ausência de sua mãe. Começou a ter pensamentos que nunca tivera antes. Observava a textura da pele da moça, suas carnes duras (provável resultado de malhação), as pintinhas marrons que cobriam todo seu corpo, os pelinhos dourados e muito fininhos que a vestia. Seus pensamentos tornaram-se confusos, embaçados. Um calor vinha do lugar que estava colado ao corpo da outra, que gemia a cada toque. Distraidamente suas mãos começaram a percorrer toda a superfície daquela pele. Adorava quando caia nas curvas de sua cintura… Estava deliciando-se com a diferença de medidas ali. Sentiu ímpeto de morder-lhe, quando beliscou um pouco de sua carne.

Berenice parecia perceber que aquilo não era normal. Em resposta, gemia mais alto e afastou a toalha, deixando sua bunda à mostra. Madelleine assustou-se com a iniciativa, e ao ver aquilo, suas emoções ficaram mais intensas. Algo molhava sua calcinha, e estava um pouco preocupada que sua excitação, coisa nova para ela, fosse percebida. Virou o rosto pra não fitar o que estava bem abaixo de seus olhos. Foi quando viu Viviane, que deixara a toalha cair na cadeira, mordendo os lábios, de pernas abertas e passando sua mão vigorosamente nelas, olhando-a com cara de faminta. Aquela visão era surreal pra menina, que parou os movimentos quando percebeu que Berenice levantava o quadril em sua direção, forçando-a a sair de cima, escorregando para a cama. Encontrava-se agora atrás da moça que ficara de quatro. E de cara pra aquela bunda perfeita. Não tinha mais como desviar o olhar. Berenice virou o rosto pra ela, e falou sussurrando numa voz rouca:

- Querida, eu não suporto mais isso!

A outra se aproximou e lhe deu um beijo no pescoço, segurando seu seio. Ela quase explodiu com essa ação. Ao que Berenice queixou-se:

- Ah não! É minha vez!

Madelleine estava num sonho, de repente, não entendia nada do que estava ocorrendo. Até que foi guiada pela moça mais magra, pro meio das pernas daquela que ainda estava de quatro. Face a face com sua vulva quase sem pelos, que estava, tão molhada, quanto ela deveria estar. Instintivamente ela passou-lhe os dedos, testando o quanto estava umedecida. O que fez a outra soltar um gritinho. A resposta a empolgou, cravou as unhas nas ancas de Berenice, e de olhos fechados pôs-se a lamber bem devagar com a cara afundada naquela bunda. A mulher fazia escândalo, gemendo alto e gritando um pouco.

- Ai meu Deus! Isso sim é que é uma massagem… Humm…

Atrás da menina, Viviane se punha com os seios a roçar em suas costas, começou a buscar os seus, apertando-os firmemente. Lambendo e mordiscando sua orelha. O que a fez parar para também gemer. A sensação de prazer era tão grande, que não conseguia pensar. Virou o rosto pra beijar a boca ofertada, foi seu primeiro beijo. Um beijo molhado de desejo, cheio de luxúria. Tinha uma mão nos cabelos da que beijava, enquanto passava a outra, nas coxas da que gemia alto e reclamava por mais. Ao fim do beijo, voltou sua atenção para a moça em sua frente, enquanto se punha na mesma posição, ao dispor daquela que a atiçava encontrando seu mamilo. Enquanto tocava aquela carne tenra, tinha a roupa retirada rapidamente de seu corpo.

- Eu preciso que você meta em mim Madelleine… Me morde! – Falava a outra insanamente.

Obediente, ela colocou um dos dedos na boceta daquela mulher. Enquanto mordia o excesso de carne em sua bunda, e descendo, entre lambidas e mordidas, para suas coxas. Foi quando saiu daquele transe, com Viviane afastando sua calcinha para fazer-lhe o mesmo. Experimentou certa dor ao ser penetrada por dois dedos, mas logo depois de alguns segundos, sentia algo indescritível, que lhe arrepiava inteira. E quanto mais era penetrada, mais invadia a carne da outra, e mordia-lhe forte. Parava vez em quando pra respirar ou gemer um pouco.

Viviane usava uma mão para satisfazer a menina, e outra pra tocar-se. Vistas de fora, compunham uma sinfonia harmônica. Seus corpos retorciam-se, suas caras denunciavam o prazer que sentiam. E elas não continham gritos e gemidos. Até que Berenice, a primeira a gozar, gritava um “Aah!” que parecia não ter fim, apertando o cobertor com as mãos e abafando o grito entre os travesseiros. Após conseguir se recuperar, voltou-se para beijar Madelleine. Que ficou de joelhos na cama. Foi um beijo longo e agradecido. Ao olhar para a menina, parecia chorar e sorrir ao mesmo tempo. Madelleine teve seus seios tomados na boca, com fome, por ela, que desejava retribuir, pôs-se também a explorar seu clitóris, enquanto chupava, mordiscava e lambia seus mamilos. Viviane ainda com ambas as mãos ocupadas, na menina e nela. Eram tantos estímulos que ela não demorou a experimentar seu primeiro orgasmo. Que veio como uma forte ventania arrastando todas as emoções de uma só vez. Tinha a impressão de estar esvaziando e enchendo ao mesmo tempo. Sentia os dedos da moça sendo apertados por sua carne, e outros dedos a tocando externamente, agora já quase a machucavam, tamanha sensibilidade. No mesmo instante, Viviane também urrava de prazer enquanto tremia e se contorcia inteira, jogando a cabeça para trás de olhos fechados. Esmagava sua mão entre as pernas, levantando o quadril, deixando-o suspenso no ar. Desarranjada a exploração que se deu em Madelleine, ajoelharam na cama, beijando-se. Uma beijava a boca, enquanto a outra lambia a pele suada, mordia, chupava. Continuaram assim por mais algum tempo, até se darem conta de que estava escurecendo, pois ouviram um barulho na porta, e só aí puderam sair daquele estado. No susto, se recompuseram em poucos minutos. A sorte é que não se tratava da mãe de volta. As duas mulheres estavam sorridentes, e nada cansadas. Madelleine sustentava no rosto a cor do pecado. Tinha uma febre que não conseguia reprimir. E seu desejo não tinha cessado ali, era só o começo. Elas se foram, deixando algum dinheiro, e a promessa de que voltariam para muitas outras sessões. Já Madelleine, que nunca mais seria a mesma, correu para o banheiro, ligou o chuveiro para livrar-se do cheiro do sexo, e do calor que sua face denunciava, mesmo que não quisesse, pois não havia sentido cheiro que a atiçasse assim antes, e aquela sensação de fervor a fazia sentir viva. Porém estava tão sensível, que não conseguia parar de se tocar. Repetindo ações, descobrindo seu sexo e apertando seus mamilos, gozava de novo embaixo da água, delirando… Nem a água fria conseguiria esfriá-la nunca mais.

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No rosto, melado

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Logo quando chegou na casa dela…

- Oi linda, sabe que eu estava pensando em você?

- É mesmo querido?

- Sim… Estou com uma vontade imensa de algo…

- Humm… Tenho certeza de que deve ser algo muito gostoso…

- Sabe, eu não vou nem te dizer.

- Não!?

- Vou mostrar. Vem comigo…

Pegou-a firme pela cintura e a puxou-a para junto de si. Seus seios se apertaram no peito dele, as mãos foram descendo e passando pelas pernas… Uma respiração mais forte começava a ser ouvida e sussurrada… Foi tão de repente, mas ela se soltava e deixava-se levar pelo desejo e vontade dele. Não sabia o que era ainda… Mas deixou-se levar… Ele tirou sua calça e deixou-a só de calcinha, tirou sua blusa, tirou seu sutiã. Ele estava todo vestido ainda, ela quase nua. Ele beijou o pescoço dela, deu mordiscadas em seus ombros, fez ela ficar toda arrepiada. O que quer que seja o que ele estava pensando, ela estava gostando.

Segurou seu pescoço com as duas mãos, olhou para seus olhos e a beijou. Meteu a língua molhada, suculenta, em toda a sua boca. Alternava o beijo entre movimentos bruscos, fortes e leves. A respiração dela ficava mais ofegante. As mãos em seu pescoço, a cada momento, ficavam mais firmes, o beijo mais intenso, sua respiração ainda mais ofegante, sua calcinha ainda mais molhada. Então ele parou o beijo e colocou as mãos nos ombros dela, abaixando-a. Ficou de joelhos, agora de frente para a calça jeans dele, ainda fechada, mas querendo explodir de tesão. Ele olhava para baixo enquanto ela passava as mãos por cima da calça, em suas coxas, sua virilha e seu pau já bem excitado e duro.

- Coloque-o pra fora e comece a chupar. – Ele mandou.

Ela desabotoou a calça e abriu o zíper. Passou a mão por cima da cueca e depois colocou a mão dentro. Sentia o pau duro, querendo sair dali. Querendo ser chupado. E foi o que fez… Abaixou a calça, a cueca e deixou aquele pau ereto à sua frente. Segurou ele com força, apertou um pouquinho pra sentir ele bem duro. Então começou a chupá-lo. Colocou a ponta em sua boca, roçando a língua na cabecinha que já estava molhada, com um líquido safado que ela adorava sentir o gosto. Chupava a ponta um pouquinho e afastava seu rosto enquanto passava a língua na cabeça. Começava de novo. Até aquele pouquinho de líquido acabasse todo em sua boca enquanto o pau começava a ficar todo melado com aquela saliva sedenta.

- Chupa tudo. – Ele mandou novamente.

Então ela começou a lamber da base do pau até a cabeça, por baixo. Começava a passar a língua nas bolas, beijava-as de leve e partia com a língua até a cabeça novamente. Ia e voltava. Repetiu por três vezes. Na terceira, quando chegou na cabeça, abriu a boca e abocanhou tudo o que conseguia daquele pau excitado. Colocou-o todo na boca por alguns poucos segundos e logo tirou rapidamente: era grande demais para conseguir ficar muito tempo com ele quase na garganta. Colocou-o novamente na boca, agora não todo, mas boa parte. Começou a sugá-lo. Enquanto estava com ele dentro, mexia a língua um pouco de um lado para o outro, para cima e para baixo, delicadamente, roçando-a com a pele esticada, sentindo as veias pulsando com tanto sangue que ia com o fluxo de tesão dele para o pau. Com estes movimentos, ele começou a respirar mais forte, dar discretos gemidos. Ele estava gostando, ela sabia fazer isso muito bem…

Continuou chupando-o. Tirou aquele pau da boca, segurou com uma mão e começou a masturbar e olhar para cima, para o seu rosto louco de tesão. Entre uma batida e um olhar safado, ela colocava-o na boca e chupava. Batia e chupava. O quadril dele começou a acompanhar o ritmo e quando menos esperava ele já estava com as duas mãos na cabeça dela, fodendo aquela boca. Enquanto tinha aquela boca safada sendo penetrada pelo ritmo incessante, ela apertava um seio com uma mão e mexia em seu clitóris com a outra. Enfiou um dedinho aqui e ali, por dentro da calcinha, molhando-o naquela bucetinha safada e alternava as mãos nos seios. Continuou chupando.

- Isso, não pare. Continue me chupando! – Ordenou.

Ele fodia aquela boca sem parar. Às vezes em um ritmo mais lento, às vezes num ritmo mais forte. Ela não sabia se aguentava tudo aquilo, mas não queria saber, queria satisfazê-lo. Queria que aquele desejo dele de foder aquela boca fosse saciado. Isso dava mais tesão nela, se molhava ainda mais. Ela olhava para cima e via aquele rosto, aquele olhar com um misto de fúria, poder e malícia. Se concentrava em continuar chupando aquele pau, agora segurando a bunda dele com as mãos, apertando suas nádegas com firmeza enquanto ela ia e vinha, fodendo sua boca.

- Você vai me chupar até eu gozar em você sua safada. Vou te melar todinha! – Falou ele novamente.

Com o pau na boca, apertou ainda mais as nádegas dele, puxando-o para foder ainda mais aquela boca. Fez força com os lábios para deixar tudo mais firme e apertado. Lágrimas começaram a escorrer de seus olhos, mas não de tristeza, e sim do tesão daquele pau indo e vindo, forte, quase chegando em sua garganta. Fechou os olhos e começou a chupar mais rápido, puxá-lo mais rápido. A respiração dele começou a ficar mais ofegante, seus gemidos grossos começavam a ser mais audíveis. O tesão dele aumentava, a calcinha dela se molhava ainda mais. Ela pensava naquelas palavras: “vou te melar todinha!” e o ato ficou tão animal que não dava para perceber se ele estava fodendo aquela boca ou ela estava fodendo aquele pau com sua boca…

Entre uma metida e outra, ele diminuiu o ritmo e ela sentiu o pau começar a pulsar. Rapidamente ele tirou o pau da boca dela, segurou-o e gozou. Gemeu forte e firme enquanto gozava. Gozou no rosto dela todinho, e gozou muito. Melou todo o rosto: nariz, boca, boxexas… O gozo foi escorrendo até pelo queixo… Os dois se olhando, safados. Ela embaixo de joelhos, ele em cima olhando com uma cara de satisfação total. Com uma das mãos, ele começou a alisar sua cabeça, seu cabelo, seu rosto. Ficou melando todo o rosto dela, passando as mãos e os dedos melados com aquela incrível gozada. Continuou passando a mão e melando o que dava… Seu pescoço, um pouco dos seios… Ela continuava olhando para cima, para ele. Entorpecida com aquele cheiro de sexo. Paradinha.

Ele parou um pouco os movimentos com as mãos, olhou para ela e falou:

- Perfeito, linda…

Se ajoelhou e ficou olhando-a com aquela expressão satisfeita. Ela o beijou. Beijou-o com gosto, beijou-o melada. Melou-o também. Começaram a se beijar, passar a língua um no rosto e no pescoço um do outro. Compartilharam aquele tesão juntos. Se melaram os dois. Beijaram-se então de língua, por alguns minutos, com um beijo gostoso e profundo.

Pararam, se olharam.

Com ele ainda sentado, ela se levantou. Foi até o sofá, abaixou a calcinha devagarinho enquanto se agaixava, mostrando sua bunda e sua coxas molhadas de tanto líquido que tinha saído daquela bucetinha. Sentou no sofá. Abriu as pernas, bem abertas. Mostrou aquela bucetinha pra ele, ela já estava pronta pra receber. Com uma mão, abriu um pouco dela mostrando aquela carne rosada, o clitóris já durinho e saliente. Com a outra mão gesticulou para ele e disse:

- Agora é a sua vez… Venha me chupar agora…

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