Esse Conto começa ainda no inicio do ano, quando entrei pra Facul: Curso de Letras.
Na minha classe as mulheres predominam, somos menos de 10 homens no meio de quase 50 mulheres (se melhorar estraga).
Logo de inicio percebi q ia ser um ano bem agitado pra mim. Não dava pra não notar uma moreninha baixinha das pernas grossas, boca carnuda, 18 anos: Giselly (ou Gil). Pelo estilo logo vi que era crente convicta, sempre na dela. Confesso q d inicio não me animei muito com ela, como estava enganado…
O ano foi passando e eu fiz muitas amizades na turma, conheci todo mundo. Muita gente nem acreditava que akelo tímido dos primeiros dias se transformou em um dos mais extrovertidos da sala (Esse é meu jeito).
Vamos ao que importa:
No inicio de agosto, quando voltamos a estudar tava todo mundo cheio de historias pra contar e tudo mais, fizeram uma festa logo na primeira sexta feira pra comemorar a volta às aulas.
Só uma pessoa não foi à festa: A Giselly.
No sábado à noite, dando umas voltas pela cidade encontrei ela voltando da igreja, encostei a moto e ofereci carona, ela recusou, disse que tinha q ir num lugar antes de ir pra casa, insisti novamente dizendo q acompanharia ela pois tava sem nada pra fazer (tava mesmo).
Ela tinha que ir na kasa de uma amiga buscar o Sax que ela tinha emprestado. Era longe pra karamba, se não fosse minha carona ela ia demorar quase uma hora só pra ir.
Pra encurtar a historia nós buscamos o Sax dela tomamos um sorvete na volta conversamos bastante e eu fui deixar ela em kasa.
1º dia, 9 de agosto: O Principio de Tudo
No domingo acabei encontrando com ela no mesmo caminho, dessa vez era eu quem voltava da igreja, ela ia encontrar umas amigas pra comer pizza, me ofereci pra dar carona, dessa vez ela aceitou sem hesitar, quando chegamos quase tomei um susto quando ela me chamou pra me comer com elas.
A noite foi bem animada, muita conversa boa, muitas garotas lindas na media dos 18 anos. Algumas ficaram dando em cima de mim discretamente, e eu entrei no jogo, só parei quando percebi q a Gil não tava gostando daquilo, ela tava com uma pontinha de ciúmes de mim. Ai sim eu vi ela com outros olhos.
Nem tinha percebido como ela tava linda naquela noite: uma saia rodada preta, uma blusa branca q marcava bem o corpo dela, tinha uns seios redondos e firmes, sua pele negra lisa era uma tentação e sua boca um convite.
Ela quis vir antes de todo mundo (pq tava incomodada com aquilo). Insisti pra deixar ela em casa. No caminho de volta perguntei o pq dela ter voltado tão cedo, ela só ficou calada.
A mando dela parei na esquina da cada dela perto de uma arvore enorme, ela desceu da moto e disse:
Ela: Me desculpa, eu fiquei incomodada com as minhas amigas dando em cima de ti.
Eu: Pq isso? Tem ciúmes das tuas amigas?
Ela: Não é isso eu tava com ciúmes de ti.
Eu: Ciúmes? Mas nós não temos nada… ainda.
Ela: Eu sei! Mas… eu…
Eu: Vc oq?
Ela: Acho q vc já percebeu!
Eu: Então diga.
Ela: Ta brincando né?
Eu: Se quer alguma coisa diga!
Ela abaixou a cabeça, respirou fundo e pude ouvir ela resmungando baixinho Não acredito no que to fazendo. Levantou a cabeça e disse:
Ela: Eu quero namo…
Antes de ela terminar a frase tapei a boca dela com um beijo, ela não teve reação. Depois do beijo ela tava ofegante, parecia não acreditar. Quando ela ia dizendo outra coisa dei outro beijo, dessa vez ela retribuiu o beijo, ainda que meio timidamente. Naquela noite ficamos só beijando mesmo, nada mais que uns amassos.
2º dia, 10 de agosto: o incêndio.
Na segunda-feira, dia de aula, ela parecia mais do que feliz, isso todo mundo percebeu. Durante o intervalo ela veio me perguntar se eu podia ir deixar ela em casa, é claro q eu disse sim.
No caminho pra casa dela ela veio colada em mim na moto, com as mãos apoiadas nas minhas coxas, percebi que a cada vez q acelerava a mão dela vinha mais perto do meu pau, foi ai q resolvi aprontar uma: fiz meu pau ficar duro, e aproveitei um momento de distração dela e acelerei duma vez, a mão direita dela deslizou e tocou meu pau, deu pra ela sentir o tamanho e o quanto tava duro, senti ela tremendo.
Parei no mesmo lugar do dia anterior. Descemos da moto, ela tava num misto de confusão e excitação. Era a primeira vez que tinha realmente encostado num cacete. Perguntei se ela tava bem só ouvi um tudo bem como resposta.
Nessa noite ela parecia outra pessoa, tão intensa, faminta pelos meus beijos. Dei um jeito me colocar entre as pernas dela (coisa que ela não deixou de jeito nenhum no outro dia). Ela sempre veste saia, como toda boa crente. Num movimento que fizemos meu pau duro, encostou de leve na calcinha dela, ela afastou assustada, olhou dentro dos meus olhos por um instante, fez uma cara de safada puxou minha cabeça me deu um beijo com vontade e trançou as pernas em mim, encostando a buceta dela no meu pau. Ela se mexia bastante fazendo meu pau roçar na buceta dela.
Ela disse q tava ficando louca com aquilo tudo, que nunca tinha sentido isso na vida, que tava gostando muito, que era gostoso, e um monte de coisas mais; pena que naquela noite não passamos disso.
3º dia: 11 de agosto: Mãos Bobas.
Na terça-feira a aula tava um tédio e nós não conseguíamos tirar os olhos um do outro. O clima era de completa excitação na ida pra casa dela: sua mão passeava pela minha barriga peito e ombro, subindo e descendo devagar até quase no meu pau.
Gil já tinha se transformada completamente nem parecia aquela crente comportada da primeira noite. Quando chegamos na esquina da casa dela estacionei a moto de traz da arvore, o céu tava nublado e a rua era pouco movimentada, mesmo que alguém nos visse ali não saberia dizer o que estávamos fazendo.
Me coloquei no meio das perna dela assim que começamos a nos beijar, depois de um tempo ela pôs as mãos por debaixo da minha camisa, subia apertando suas mãos nas minhas costa e descia passando as unhas. Eu puxava o cabelo dela, beijava o pescoço, apertava a bunda, estávamos muito excitados, nem vi a hora que apertei o seio dela enquanto mordia seu pescoço, só me dei conta quando ela colocou a mão por cima da minha e me mandou apertar com força, quanto mais eu apertava mais ela gemia. De repente ela desce a mão até o meu pau e começa a apertar tbm, não agüentei e tirei os dois seios dela pra fora e cai de boca, chupava forte, todo o seio dela, nisso ela meteu a mão dentro da minha calça e cueca, passava a mão desde a cabeça até as bolas. Desci uma mão até a buceta dela, comecei a esfregar por cima da calcinha, já tava toda molhada, afastei pro lado e toquei diretamente na buceta, esfregava devagar, podia sentir o liquido saindo e melando meus dedos, brinquei um pouco com o grelo dela enquanto ela gemia alto, dava pra ouvir os gemidos dela do outro lado da rua. Resolvemos parar por ali já tava ficando tarde e a mão dela já devia estar preocupada.
4º dia 12 de agosto: Prazer no Sofá da Casa Dela.
Na quarta-feira, no caminho pra casa dela, vira e meche, ela passava a mão no meu pau, quando estávamos perto ela me disse pra deixar ela em casa dessa vez, nesse momento me desanimei achando q não rolaria nada naquela noite, quanto engano.
Ela desceu e me chamou pra entrar, hesitei um pouco mas aceitei o convite, foi ai que ela me disse a melhor noticia da semana: a sua mãe tinha viajado junto com um tio dela, ficaram em casa só a Gil e a sua irmã mais nova Kátia. De cara vi que a Kátia não era como a irmã: tava usando uma calça apertada mostrando o tamanho da bunda maravilhosa que ela tem, uma blusa colada e maquiagem pesada. Foi nós entrando e ela saindo dizendo q ia se encontrar com o namorado. Gil me disse que ela só tinha 15 anos, tava desviada da igreja, tinha perdido a virgindade, e tava namorando com um cara 15 anos mais velho, a ovelha negra da família.
Sentamos no sofá da sala, os beijos e caricias rolavam soltos, não demorou pra eu estar com a boca nos seios dela, pude ver como realmente eram lindos, negros brilhantes, com os bicos de um marrom escuro, perfeitamente redondos, duros por natureza. Calmamente eu chupava, mordia, lambia os bicos enquanto ela se contorcia de prazer gemendo baixinho, ela abriu as pernas me convidando a acariciar sua buceta molhada, não perdi tempo e afastei sua calcinha, com um dedo eu percorria sua buceta inteira, ela não parava de se contorcer de prazer, soltou um gemido mais forte quando eu forcei a ponta do dede pra dentro dela, rapidamente ela segurou minha mão e pediu pra que eu tirasse, obedeci só que levei o meu dedo até sua boca e mandei ela chupar pra sentir o gosto, ofegante ela olhou por um momento e chupou todo o meu dedo, fez uma cara de quem gostou, e me deu um beijo demorado, pude sentir o gosto de buceta em sua boca.
Voltamos aos amassos por um tempo, até que ela abriu as pernas de novo, dessa vez eu fiz diferente: desci do sofá me ajoelhei no chão, afastei sua calcinha e tentei chupar aquela buceta. Ela dizia pra eu não fazer aquilo, tentou empurrar minha cabeça, tava desesperada, isso tudo passou no momento em que consegui encostar a língua, ela só conseguia gemer e se contorcer, chupei ela por pouco mais de um minuto e ela já tava gozando na minha boca.
5º dia 13 de agosto: Aprendendo!
Na quinta-feira parecia que tinha ficado mais longo o caminho até a casa dela, eu tava louco pra chegar logo pq ela me disse que a sua irmã não estaria em casa.
Mal entramos e eu a agarrei por traz colocando uma mão dentro da calcinha dela e outra no seio dela. Fomos até o sofá e lá arranquei a blusa e o sutiã dela, ela me pediu pra chupar sua buceta de novo. Obedeci prontamente, tirei a calcinha dela e chupei a buceta toda, tentava colocar a língua dentro dela, podia vê-la se segurando pra não gemer alto, ela finalmente gozou muito na minha boca, beijou minha boca com vontade dizendo que eu tava com o gosto dela na minha boca.
Sentei novamente no sofá e voltamos a nos beijar novamente. Depois de um tempo puxei ela e fiz sentar no meu colo, Gil (vestida somente com a sua saia) ficava roçado a buceta no meu pau por cima da calça, ela não agüentou e abriu minha calça, ficando apenas a cueca no meio de nós, depois de alguns minutos ela gozou, até melou minha cueca.
Depois de gozar ela caiu por cima de mim sem forças, ficamos assim por um tempo, calados. Ela me perguntou se eu tinha gozado e eu disse que faltava pouco. Então ela saiu de cima de mim e se ajoelhou no e tirou meu pau pra fora da cueca melada, começou a bater uma dizendo que era pra eu gozar.
Disse pra ela não ficar só batendo, que era pra chupar também. Foi ai que ela parou e disse que nunca tinha feito isso, não sabia o que fazer, então ta na hora de aprender! Tu vai me chupar até aprender e me fazer gozar muito, todos os dias daqui pra frente foi o eu disse pra ela. Ficou olhando nos meus olhos depois olhou pro meu pau, lentamente foi se aproximando.
Disse pra ela: Não precisa ter medo, ele ta com o teu gosto.
Ela ficou sentindo o cheiro, timidamente foi tentando passar a língua, aos poucos foi gostando, passou a lamber meu pau inteiro, depois colocou na boca, por ser inexperientes, não pude culpá-la pelo incomodo que era seus dentes no inicio, logo ela tava chupando com vontade já nem encostava os dentes, parecia que tinha nascido pra fazer aquilo, e o mais importante: ela adorou pagar boquete.
Em pouco tempo eu estava gozando, só que ela não deixou que fosse na boca dela, pelo menos eu enchi a cara dela de porra. Giselly riu feito uma puta. Foi ai que eu soube que ela seria minha putinha por muito tempo.
6º dia 14 de agosto: A Pratica Leva a Perfeição.
Na sexta-feira não tivemos a primeira aula, resolvemos então namorar um pouco no campus mesmo. Procuramos um cantinho pra ficarmos, fomos pros fundos do prédio, num canto escuro, ninguém jamais ia lá, mesmo se fossem não daria pra ver nada. Começamos nos beijando normalmente, aos poucos o negocio pegou fogo, estávamos sentados em cima de um banco de cimento, ela como sempre vestida em uma saia rodada, uma blusa com um decote generoso, sem sutiã, e uma calcinha branca de renda. Tentei puxar ela pro meu colo, só que ela não deixou, ficou em pé no banco, na minha frente com a buceta na minha cara, eu entendi o recado, tirei a calcinha dela, passei a mão na sua buceta, depois a língua com vontade, lambia, mordia, chupava o grelo dela, enquanto ela gemia baixinho, Gil não agüentou ficar de pé comigo chupando sua buceta, quase que ela leva um tombo feio, o pior é que quem sentiu o resultado do tombo foi eu, já que ela caiu sentada em cima do meu pau duro, me fiz de forte pra ela não se sentir culpada.
Quando se recuperou ela abriu minha calça e tirou meu pau pra fora, pensei que fosse me deixareu tirar sua virgindade naquele momento, mas o que ela queria fazer era uma tortura pra mim: ficou roçando a buceta no meu pau sem me deixar penetrar, não demorou e ela gozou no meu pau.
Disse pra ela: Ta na hora de praticar mais, tu tem que ficar expert em me chupar.
Sem dizer nada, sem nenhuma vergonha, sem nenhum pudor, ela pegou meu pau e chupou com vontade, limpou todo o gozo dela e continuou chupando. Pra retribuir o boquete bati uma siririca nela. Quando tava quase gozando ela parou e pediu pra eu não gozar na boca dela. Disse Se tu quer ficar boa nisso tem que fazer por completo, nem que seja só uma vez. Ela concordou meio relutante e voltou a chupar, mais uns dois minutos e eu tava pronto pra gozar, quando a Gil tentou tirar da boca dela, segurei a cabeça dela e gozei dentro da sua boca, ela engoliu tudo com gosto, me deu um beijo e disse que tinha adorado.
Depois da aula, já na casa dela, a irmã dela ainda tava em casa esperando o namorado ir buscar ela. Eu já sabia qual seria o destino dela: balada depois pro motel.
Quando ela saiu estávamos na cozinha bebendo água, bastou a porta fechar que nos beijamos ardentemente. Coloquei a Gil na mesa da cozinha tirei sua calcinha e cai de boca naquela buceta gostosa, fiz ela gozar mais rápido do que nunca, menos de um minuto. Depois disso ela me encostou na parede se abaixou e abriu minha calça, puxou meu pau pra fora e chupou dizendo que tava com cede e queria beber meu leite. Naquela noite ela me fez gozar duas vezes na sua boca, uma ali na cozinha outra no sofá da sala.
7º dia 15 de agosto: Adeus Cabacinho.
No sábado combinamos por celular de eu aparecer na casa dela assim que a Kátia saísse. Dito e feito. 7:30 da noite ela me liga avisando. Rapidamente cheguei lá, bati na porta, Gil abriu: tava vestida em um baby-doll rosa, sexy de matar. Fiquei de pau duro no momento em que a vi, lhe dei um beijo e a peguei no colo ai levando ela pro sofá quando disse pra irmos pro quarto. Coloquei ela na cama, tirei minha camisa, me deitei por cima dela e nos beijamos carinhosamente, ela abriu a minha calça e disse: se livra disso logo. Foi o que fiz fiquei nu pra ela. Tirei a parte de cima do baby-doll e chupei os seios dela, fui descendo pela barriga dela parando no umbigo, depois subindo até chegar ao pescoço. Ela tava morrendo de tesão, disse que queria chupar o meu pau, me deitei e nós fizemos um gostoso 69. Gozamos gozei primeiro, enquanto ela limpava meu pau fiz ela gozar com a ponta do meu dedo entrando nela.
Depois de terminar de limpar meu pau ela se virou e sentou em cima dele e começou a esfregar. De repente ela parou e disse que tinha uma coisa especial pra mim naquela noite.
Ela levantou um pouco e colocou meu pau na entrada da sua buceta, forçou um pouco, tava difícil de entrar, a cabeça demorou até furar o hímen dela saiu um pouco de sangue, nada exagerado. A Gil continuou colocando meu pau dentro da buceta dela até que entrou tudo, pude sentir meu encostar na entrada do útero dela. Ficamos assim por um tempo, depois de alguns minutos perguntei se ela tava bem, ela disse que tava sentindo um pouco de dor, sugeri que fossemos tomar um banho pra limpar o sangue, durante o banho trocamos muitas caricias e beijos.
Quando saímos, ela quis continuar. Ficamos na mesma posição: comigo deitado e ela por cima. Deu um pouco de trabalho pro meu pau entrar de novo, aos poucos ela foi mexendo, no começo devagar e foi aumentando o ritmo depois de uma meia hora ela já tava cavalgando no meu pau. Quando ela gozou a primeira vez tudo ficou mais fácil, parece que dilatou e lubrificou a buceta dela. Coloquei ela deitava na cama e começamos um papai mamãe fui com calma, já tava quase gozando de novo quando ela me disse que queria que eu gozasse todas as vezes na boca dela. Fiz isso com muito prazer, depois de gozar, coloquei ela de quatro pra mim e chupei a sua buceta, fiz ela gozar. Peguei as duas mãos dela e a fiz abrir bem a bunda, pude ver claramente a buceta e cuzinho dela, tive vontade de comer ele, mas sabia que ela ainda não ia deixar, meti com tudo na buceta dela que fez ela soltar um grito de dor. Ficou me xingando me mandando ir com calma e eu nem ligava, bombando forte nela, os gritos de dor foram dando lugar aos de prazer, e ela já mandava eu meter mais rápido, puxei o cabelo dela com força, ela gemeu de prazer e gozou muito podia ouvir o gozo saindo enquanto meu pau entrava. Virei ela e soquei meu pau na boca dela e gozei no fundo da garganta dela.
Naquela noite ela gozou mais de 10 vezes e eu pelo menos umas 6.
Tá ai pra vcs o meu conto sei que é bastante extenso, mas pensem no tempo que não levei pra digitar ele.
Se quiserem entrar em contato deixo aki meu MSN: Anjelo_anjo@hotmail.com
Espero que tenham gostando, pq pra mim foi uma delicia. Ainda tenho muitas historias pra contar pra vocês, aguardem.